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Mercedes surpreende com o Vision Iconic
Ninguém esperava uma surpresa destas no mundo automóvel atual, mas a Mercedes-Benz surpreendeu e de que maneira com o Vision Iconic Concept Coupé, um protótipo que pode dar indícios sobre o futuro estético da marca, mas que para já é pura e simplesmente impressionante.
Poucas são as criações atuais no mundo automóvel que nos fazem ficar a contemplar indefinidamente, mas este Mercedes-Benz Vision Iconic Concept Coupé consegue isso mesmo. Esteticamente mostra a sua inspiração em modelos e traços icónicos criados pela marca alemã no passado. Nele podemos “ver” o 600 Pullman relembrado na grelha frontal ou o 300 SL Gullwing na forma da traseira, por exemplo. Uma longa e imponente frente mas com uma linha que fluí pelo para-brisas e tejadilho até à traseira.
O interior é um misto de futurismo, revivalismo, “steam punk” e art déco. Podia correr tudo mal, mas não, tudo está no sítio certo, dando-lhe um ambiente único, luxuoso, moderno e saudosista. A Mercedes teve o dom de transformar aparentes paradoxos numa criação harmoniosa cheia de referências e novas ideias.
Mas também na sua essência o Vision Iconic Concept é inovador e “visionário”, como o seu próprio nome indicia. A sua pintura inclui uma camada fotovoltaica muito fina que reforça a capacidade de eletrificação do sistema e segundo a marca esta solução permite aumentar a autonomia em cerca de 12 mil quilómetros por ano. Preparado para condução autónoma Nível 4, o Vision Iconic Concept utiliza um sistema de computação neuromórfica cujo funcionamento se baseia no cérebro humano e que de acordo com a Mercedes além de ser mais rápido a interpretar o ambiente que rodeia o veículo, também consome menos energia.
Este exercício de estilo e demonstração de vitalidade e criatividade por parte da Mercedes-Benz com este Vision Iconic Concept deixa perceber que muitas ideias aqui reveladas podem vir a ser incorporadas em modelos futuros, nomeadamente que sabe se o Classe S Coupé não irá herdar alguns traços, mas… bom mesmo era ver o construtor germânico transformar este protótipo num modelo real.




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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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