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BMW já produziu os primeiros i3 de pré-série
A BMW já fabricou as primeiras unidades de pré-série do novo BMW i3 na sua unidade de Munique e assinala o primeiro passo em direção à produção em série que está agendada para o segundo semestre deste ano.
Ainda devidamente camuflado, para não revelar demasiado sobre o novo BMW i3, a marca bávara mostrou um dos primeiros modelos de pré-série nas instalações da sua fábrica em Munique. Trata-se do segundo modelo da nova geração “Neue Klasse”, que começou com o BMW iX3, e que nada tem a ver com o primeiro BMW i3 lançado em 2015. Agora estamos perante uma berlina elétrica com uma silhueta mais próxima de um Série 3 e que utiliza a mesma plataforma do iX3 e uma arquitetura de 800V. O construtor alemão ainda não revelou mais detalhes do novo i3 que será apresentado ao público ainda este ano.
Em relação a estes modelos de pré-série do i3, Peter Weber, responsável pela fábrica de Munique, afirma que “a produção de veículos de pré-série é um marco importante para a nossa fábrica. Pela primeira vez construímos um BMW i3 inteiramente na nossa fábrica, utilizando tecnologia de ponta na produção e processos conectados digitalmente. Com a produção agora perto de estar amadurecida para a produção em série, a nossa logística e processos de produção já estão a funcionar em condições reais em todas as áreas: na nossa zona de prensagem modernizada, na nova oficina das carroçarias, na moderna área de pintura e na nova área de montagem, além das inovadoras estruturas logísticas. Nos próximos meses iremos aplicar os ensinamentos aprendidos com este início de produção de forma a afinar e melhorar os processos para a produção em série e assegurar um lançamento tranquilo”.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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