Os preços do novo Audi Q3 – Motorguia
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Os preços do novo Audi Q3

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O novo Audi Q3 surge no mercado com umas linhas atualizadas e que seguem a linguagem estilística dos lançamentos mais recentes da marca dos quatro anéis. As primeiras unidades deverão começar a ser entregues no final deste verão e a marca já divulgou os preços.


Aquela que é a terceira geração do Audi Q3 chegará ao mercado com duas motorizações a combustão, o 1.5 TFSI a gasolina com 150 cv e o Diesel 2.0 TDI, também ele com 150 cv, aos quais se junta uma opção híbrida plug-in equipada com o motor 1.5 TFSI e um motor elétrico que em conjunto debitam 272 cv de potência. Este novo sistema é alimentado por uma bateria de 25,7 kwh e segundo a marca permite uma autonomia de 119 quilómetros só em modo elétrico, sendo que em circuito urbano essa quilometragem sobe para os 143.

O interior também traz novidades, nomeadamente o novo ecrã tátil no topo da consola central com 12,8″ que continua na linha do painel de instrumentos com 11,9″ criando a ideia de um único ecrã.

Em termos de preços temos o 1.5 TFSI como modelo de entrada na gama por 45.617 €, o 2.0 TDI por 53.217 € e o e-hybrid com um preço de 52.707€. De salientar que para as empresas e tirando partido dos benefícios fiscais, a Audi tem a versão Business e-hybrid que custa 39.990 € valor ao qual acresce o IVA.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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