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Mais um Ferrari no Museu do Caramulo
O Museu do Caramulo tem vivido dias muito ativos no que diz respeito a novas aquisições para o seu espólio e desta vez é um raro Ferrari LaFerrari que se junta ao seu lote de superdesportivos.
Nos últimos dias chegou mais uma preciosidade automóvel ao Museu do Caramulo. Trata-se de um Ferrari LaFerrari, um “Cavalino Rampante” que marcou um momento tecnológico importante na marca de Maranello pois foi o seu primeiro modelo com tecnologia híbrida. O LaFerrari conta com um motor V12 de 6,3 litros de capacidade associado a um sistema KERS (kinetic energy recovery system) com um motor elétrico. Ao todo estamos perante uma solução que permite a este Ferrari debitar 963 cv de potência, 900 Nm de binário e acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,9 segundos e dos 0 aos 300 km/h em 15 segundos podendo chegar a uma velocidade máxima de 350 km/h.
A Ferrari produziu só 499 LaFerrari entre os anos 2013 e 2016 e uma destas raridade deles faz agora parte da coleção do Museu do Caramulo onde se juntará a alguns ilustres “irmãos” da marca de Enzo Ferrari.


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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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