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Isuzu D-Max foi a pick-up mais vendida em Portugal em 2024

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A Isuzu D-Max conquistou a liderança no segmento das pick-up em Portugal em 2024, naquele que foi o melhor ano de sempre no nosso país, com 972 unidades matriculadas, um crescimento de 52,4% face a 2023.



A Isuzu D-Max conquistou a liderança no segmento das pick-up em Portugal no ano de 2024, com um total de 972 unidades matriculadas, a que corresponde uma taxa de penetração de 31,8%.

Para o resultado da Isuzu D-Max contribuiu decisivamente o fim da comercialização da Mitsubishi L200 na Europa, levando muitos clientes a apostar neste produto também comercializado pela rede da Astara no nosso país. A Toyota Hilux, que durante muito tempo ocupou o lugar cimeiro neste segmento, baixou para a segunda posição.

Relativamente a 2023, a Isuzu D-Max registou um crescimento de 52,8% em 2024, naquele que foi o seu melhor ano de sempre nas já duas décadas que conta de comercialização em Portugal.

A robustez e fiabilidade são alguns dos critérios que sustentam o bom resultado comercial da pick-up japonesa no nosso país, a que se juntam as linhas modernas e um alargado leque de opções de configuração, incluindo versões de cabina simples, longa e dupla, com tração traseira ou integral.

“Trata-se de um resultado histórico que sublinha o notável capital de confiança que o mercado tem depositado ao longo dos anos na marca e nos seus produtos”, afirma Luís Esteves, diretor-geral da Isuzu Portugal.

“Para este caminho bem-sucedido têm contribuído decisivamente os níveis de excelência no serviço ao cliente e de após-venda assegurados pela nossa extensa rede de concessionários, um fator de grande relevância e muito valorizado no segmento profissional,” acrescenta.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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