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BMW M3 CS Touring chega em março
A BMW apimentou ainda mais a M3 Touring e vai lançar a versão M3 CS Touring, mais leve, mais potente e ainda mais desportiva.
A divisão M da BMW aplicou a “fórmula CS” à M3 Touring o que faz com que este modelo seja a primeira carrinha M3 “CS” da história da BMW. O resultado é o esperado, ou seja, mais potência extraída do motor de seis cilindros em linha que nesta versão CS debita 550 cv e 650 Nm de binário e menos peso graças a vários elementos em fibra de carbono como o capot, as entradas de ar da frente e o difusor traseiro, entre outros, que retiram 15 quilos e lhe dão um peso de 1925 quilos.
A travagem está agora a cargo de um sistema mais potente que pode ser equipado com discos carbocerâmicos como opção e a linha de escape conta com um silenciador em titânio e válvulas ajustáveis. A aerodinâmica também foi apurada e no final esta BMW M3 CS Touring tem uma velocidade máxima de 300 km/h e acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,5 segundos, o que a faz 0,1 segundos mais rápida do que a M3 Touring.
Na parte estética contamos com vários elementos alusivos a esta versão CS que dão a esta Touring um caráter ainda mais desportivo tanto por fora como por dentro onde podemos contar com bancos desportivos específicos com estrutura em fibra de carbono e o logo CS no encosto de cabeça, volante forrado em alcantara e a consola central igualmente em fibra de carbono entre outros detalhes.
Esta nova BMW M3 CS Touring é uma edição limitada, mas o construtor alemão ainda não revelou o número exato de modelos que irá produzir. Seja como for as primeiras unidades deverão começar a ser entregues já em março.








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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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