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Novo Opel Frontera já tem preços
O novo Opel Frontera chegará ao mercado no próximo mês de outubro, mas as encomendas já podem ser feitas e a marca já divulgou os preços.
No seu lançamento o novo Opel Frontera estará disponível em três versões, o Hybrid 48V de 100 e 136cv de potência e o Electric com 113cv. O Hybrid 48V de 136 cv e o Electric chegarão logo em outubro, ao passo que o Hybrid 48V de 100 cv só deverá chegar em fevereiro de 2025. Esta é a proposta mais acessível com os preços a começarem nos 24.990€ e falamos de um modelo com um motor a gasolina com 1.2 litros de cilindrada turbo, capaz de debitar 100 cv de potência e que é auxiliado por um motor elétrico de 28V num sistema de 48V. Esta outra opção Hybrid a de 136 cv acresce mais 1.500€ ao preço da versão de 100 cv. Por fim, nesta primeira fase de lançamento, a Opel também aposta na versão totalmente elétrica do Frontera que tem o preço que começa nos 29.990€. Este Frontera Electric tem 113 cv de potência, uma bateria de 44 kWh e uma autonomia de 305 quilómetros. Em junho do próximo ano a marca prevê o lançamento de uma versão de maior autonomia (cerca de 400 quilómetros) deste Frontera.
Os níveis de equipamento são dois, Edition e o topo de gama GS e no próximo ano de 2025 a gama também irá incluir uma versão de sete lugares.
Para Florian Huetti, o CEO da Opel, o “novo Frontera dispõe de uma excelente conceção e de uma boa relação qualidade/preço. A interpretação robusta da nossa filosofia de design arrojado e puro, combinada com os preços altamente competitivos da versão totalmente elétrica ou eletrificada, fará as delícias dos clientes. Este modelo demonstra a nossa ambição de democratizar ainda mais a mobilidade elétrica”.



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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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