Motos
Miguel Oliveira foi 11º no Texas
Miguel Oliveira esteve à beira do top ten na corrida texana e somou mais cinco pontos para o campeonato num fim de semana onde Maverick Viñales foi rei com a sua Aprilia.
Depois de ter conseguido o 14º lugar na qualificação, o fim de semana ia ser, uma vez mais, trabalhoso para o piloto de Almada. Na Sprint Race de sábado Miguel Oliveira fez grande parte da corrida na 12ª posição e na última volta conseguiu ascender ao 11º posto onde terminou. Por pouco não conseguiu nenhum ponto, numa corrida dominada por Maverick Viñales que mostrava estar muito competitivo.
No domingo a corrida principal foi muito emocionante e atribulada com o piloto português a cair duas vezes na classificação. Logo na primeira volta desceu para 17º lugar e depois de ter recuperado posições até ao 12º lugar, voltou a cair para o 16º posto tendo de fazer uma vez mais várias ultrapassagens para recuperar posições. Ainda assim chegou ao 11º lugar, mesmo atrás do seu colega de equipa da Trackhouse Racing, Raul Fernandez, e somou mais cinco pontos no campeonato.
A corrida teve uma luta intensa pela liderança e foi um poço de emoções com Maverick Viñales a ter problemas logo no arranque e a cair para a 9ª posição. No entanto o piloto espanhol foi recuperando lugares paulatinamente até que na 13ª volta conseguiu assumir a liderança por onde já haviam passado Pedro Acosta e Jorge Martin com as suas Ducati. Até ao Final o piloto da Aprilia manteve o primeiro lugar e o pódio seria completo por Pedro Acosta em segundo e Enea Bastianini em terceiro.
Na classificação do mundial de MotoGP Jorge Martin continua na frente com 80 pontos, sendo seguido por Enea Bastianini com 59 e Maverick Viñales com 56. Miguel Oliveira está na 14ª posição com 13 pontos.
Motos
Produtivos mas curtos, assim foram os testes do “Falcão”
Nos dois dias de testes no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas foram mais uma vez “traídas” pelas condições meteorológicas que não permitiram mais tempo em pista. Miguel Oliveira lamenta que os testes tenham sido curtos, mas considera que ainda assim foram produtivos.
O São Pedro não foi amigo das equipas que se deslocaram a Portimão para dois dias de testes no AIA presenteando-os com chuva. Além da ROKiT BMW Motorrad de Miguel Oliveira também estiveram presentes as equipas oficiais da Bimota, Ducati, Honda, Kawasaki e Yamaha.
O piloto português ainda fez 40 voltas no circuito algarvio no primeiro dia de testes e o seu melhor tempo foi de 1m41.355s, o que o colocou na quarta posição face aos demais pilotos, sendo Alex Lowes o mais rápido com um tempo de 1m40.622s na sua Bimota.
No final Miguel Oliveira considerou estes dois dias de testes como tendo sido produtivos, pois pelo menos andou com a sua BMW M 1000 RR na pista de Portimão o que lhe permitiu familiarizar-se um pouco, mas devido ao clima acabou por ser um teste que considerou curto.
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


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