Nova geração do Citroën C3 aposta na versão elétrica – Motorguia
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Nova geração do Citroën C3 aposta na versão elétrica

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A Citroën acaba de revelar a nova geração do C3 e dá especial destaque à versão elétrica ë-C3.



Já na sua quarta geração o C3 tem sido, desde o lançamento do primeiro modelo, uma das propostas mais importantes no seio da Citroën. Agora o construtor francês vai assumir em pleno a aposta nas versões elétricas, mas o C3 continuará a ter opções com motores a combustão.

Apelidada de ë-C3, a versão elétrica conta com um motor elétrico de 113 cv de potência alimentado por uma nova bateria LFP de 44 kWh de capacidade. Este conjunto permite ao ë-C3 acelerar dos 0 aos 100 km/h em 11 segundos e ter uma velocidade máxima de 135 km/h. A autonomia pode chegar até aos 320 quilómetros.

Posteriormente em 2025 a marca gaulesa planeia lançar uma outra versão mais económica com apenas 200 quilómetros de autonomia que se destina a um público mais citadino e cujo preço deverá ser de 19.990€, uma proposta que rivaliza em valor com as opções equipadas com motores de combustão.

Este novo ë-C3 surge com um interior totalmente redesenhado onde imperam as linhas simples, um volante com um formato mais retangular e o ecrã de 10,25 polegadas que domina a zona central.

Esta nova geração do C3 chegará aos concessionários no início do próximo ano e para já ainda não há mais informações sobre as versões com motor a combustão e respetivos preços.

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O Google Maps dos romanos

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O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.


O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.

Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.

No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.

É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.

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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo

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O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.


Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.

Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.

A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.

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