Renault Trucks melhora gamas pesadas e tem interior conetado – Motorguia
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Renault Trucks melhora gamas pesadas e tem interior conetado

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A Renault Trucks apresentou importantes melhorias para os veículos das suas gamas pesadas, T, T High, C e K. A marca francesa otimizou o equipamento interior da cabina com o objetivo de reforçar a ergonomia com um estilo mais apelativo e contemporâneo.




Assim, e com a finalidade de melhorar a segurança em estrada, os veículos receberam mais ajudas à condução e mais avançadas. Estas melhorias estão também disponíveis nosm odelos 100% elétrico E-Tech T e C. O equipamento interior foi otimizado para oferecer ao condutor um espaço mais agradável e que alinha pela ergonomia, conforto de vida a bordo e produtividade.
O tablier dispõe de um novo painel de instrumentos digital de 12″, configurável. Vem acompanhado de um ecrã secundário tátil multifunções de 9″ que conta com um interface Andoid Automobile para aceder rapidamente às aplicações.

O condutor passa a dispor de comandos no volante para ativar as funcionalidade do ecrã principal e de um ecrã secundário em total segurança, especialmente a gestão das chamadas e do rádio. Para facilitar a condução podem mostrar as indicações da navegação e as imagens das câmaras. Podem ser equipados com carregador por indução.
Como parte da evolução desta gama, os Renault Trucks T, T High, C e K, e as versões elétricas Renault Trucks E-Tech, estão equipadas com a coluna de direção ajustável em três posições. O construtor instalou diversos radares e câmaras em redor do veículo, aumentando o campo de visão do condutor.
Dispõe também d sistema Optivion Map Based, que utiliza os dados topográficos e vai transmitindo-os durante o percurso no computador de bordo para otimizar as passagens de caixa.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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