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Aston Martin DB12, o “Super Tourer”
Quem o diz é a própria Aston Martin que não qualifica o novo DB12 como um Grand Tourer, mas sim um Super Tourer. Este novo coupá da marrca britânica deixa de lado o motor V12 do antecessor DB11 e opta por um V8 biturbo capaz de debitar uma potência máxima de 680 cv.
Este DB12 é uma evolução do DB11, mas vai além de um mero restyling. A grelha dianteira é maior, o para-choques foi todo redesenhado e o próprio capot é também ele novo. O interior foi alvo também da atenção dos técnicos, designers e engenheiros da marca britânica e o DB12 conta com uma pronunciada consola central focada no condutor e o sistema de informação e entretenimento é também novo e foi criado inteiramente pela divisão de software da marca.
As jantes de 21″ são 8 quilos mais leves que as de 20″ do DB11, a suspensão está equipada com novos amortecedores eletrónicos e o DB12 conta também com um novo diferencial traseiro eletrónico. A rigidez torcional foi melhorada em 7%.
Este DB12 deverá começar a ser comercializado no terceiro trimestre deste ano, estimando-se que o seu valor no nosso mercado esteja na casa dos 260 mil euros.



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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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