Ford Pro lança versão de topo da nova Ranger – Motorguia
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Ford Pro lança versão de topo da nova Ranger

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A Ford Pro revelou o topo de gama da Ranger. Chama-se Platinum e é uma proposta que eleva o conceito de luxo para todo um outro patamar no seio da gama da pick-up americana.



A nova Ranger Platinum junta-se, assim, à gama da nova geração da pick-up mais vendida na Europa, colocando-se no topo das versões de estrada. Detalhes e acabamentos exteriores exclusivos realçam o característico design da Ranger, combinado com um habitáculo elegante e contemporâneo, com acabamentos em pele.
Ao nível mecânico, destaca-se o potente motor Ford V6 3.0 litros turbodiesel, com 240 CV, e um sistema de transmissão especialmente concebido para o requinte de utilização, combinando-se para proporcionar uma suave performance, sem esforço, em velocidades de cruzeiro, bem como um excecional binário para um confiante transporte e reboque de carga, até aos 3.500 kg.

A Ranger Platinum está disponível, em exclusivo, com especificação de cabina dupla e cinco lugares, sendo alimentada pelo motor turbo-diesel 3.0 V6 da Ford que debita 240 CV e 600 Nm de binário. A potência é distribuída através do novo sistema de tração integral permanente e controlado eletronicamente da Ranger, combinado com a caixa automática de 10 velocidades da Ford, com programação adaptativa de mudanças e apoios remodelados, para reduzir o ruído e a vibração.
O exterior da Ranger Platinum assenta no estilo muscular e funcional da família Ranger com alguns extras em termos de sofisticação. A nova proposta coloca-se acima da versão Wildtrak, que representa 60% das vendas da pick-up Ranger na Europa.

Uma grelha única e um novo acabamento cromado sedoso aplicado aos detalhes exteriores da Ranger Platinum ajudam a proporcionar uma primeira impressão marcante, suportada por novas jantes de liga leve de 20 polegadas com detalhes em ébano brilhante. Outros detalhes de qualidade incluem um portão traseiro de fecho suave, vidros escurecidos e luzes diurnas com assinatura integrada nos faróis LED Matrix. As barras de tejadilho, oferecidas de série, acrescentam um estilo útil e reforçada praticabilidade.
No interior, a Ranger Platinum mistura um habitáculo luxuoso forrado a couro com tecnologia inteligente concebida para tornar a vida mais fácil. Condutor e passageiro da frente beneficiam de bancos em pele perfurada e acolchoada, de qualidade superior, com ajuste elétrico de 10 vias, funções de aquecimento e refrigeração e elegantes costuras contrastantes. As aplicações em madeira escura prolongam o design opulento e a sofisticada iluminação interior ajuda a criar uma atmosfera relaxante.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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