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Freightliner eCascadia entra em produção em série nos EUA

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Depois de mais de um milhão e meio de quilómetros percorridos durante os testes em operações diárias com os clientes, a Daimler Truck e a sua marca norte-americana Freightliner apresentaram o eCascadia, um modelo totalmente elétrico que vai entrar em produção em série durante o que falta de 2022.



Construído sobre a plataforma de camiões pesados mais vendida nos EUA, o novo Freightline eCascadia com bateria oferece aos clientes uma versão sem emissões do modelo.
Composta por mais de 40 Freightliner eCascadias e eM2 elétricos a bateria, as frotas de inovação elétrica e de experiência do cliente da marca, transformaram o processo de testes, ao colocar camiões nas mãos de mais de 50 clientes, incluindo frotas líderes nos EUA como a Penske Truck Leasing, NFI, Knight-Swift, Schneider, Ryder, JB Hunt e outros.

Em conjunto com um extenso desenvolvimento e testes rigorosos através de vários protótipos, deu origem a um potente e eficiente camião elétrico a bateria com múltiplas opções de bateria e eixo motriz, proporcionando uma autonomia de 370 km (dependendo das configurações do veículo). O eCascadia é impulsionado por um eixo elétrico integrado com um motor elétrico, transmissão e eletrónica especializada dentro e uma unidade compacta.

Está disponível com um motor duplo de 470 CV ou um motor único de 320 CV. Os clientes podem escolher entre três opções de bateria para uma gama de tamanhos e tempos médios de carregamento de zero a 100, que começam nos 194 kWh (de uma hora e meia a três horas), 291 kWh (de duas a quatro horas) e 438 kWh (de duas a seis horas.

Dados-chave
– 320 a 470 CV
– Autonomia de 370 km (dependendo das configurações do veículo)
– Múltiplas opções de bateria e capacidade máxima de quase 440 kWh
– Carregamento até 80% em cerca de 90 minutos.
– Até 37 toneladas de peso bruto combinado

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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