Nova geração Canter lançada em Portugal 50 anos depois da primeira – Motorguia
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Nova geração Canter lançada em Portugal 50 anos depois da primeira

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A Mitsubishi Motors de Portugal vai assinalar o meio século de comercialização do Fuso Canter no mercado nacional com uma série especial denominada precisamente como “Canter 50 Anos – Edição Especial”.



A pintura silver grey, logos 50 anos e bancos em napa preta com logotipo Canter bordado são os principais elementos específicos da “Canter 50 Anos – Edição Especial”, que já tem por base a mais recente geração do modelo, a qual acabou de ser lançada no mercado nacional.
Mantendo a estrutura da cabina avançada, assim como os principais componentes mecânicos, a nova Fuso Canter distingue-se pelo novo desenho frontal da marca, assim como os grupos óticos com luzes diurnas em LED e luzes de halogéneo. Em opção estão disponíveis faróis Full LED e luzes diurnas em fibra LED.

A qualidade também foi melhorada, quer no exterior quer no interior, enquanto a insonorização registou uma evolução positiva com um novo revestimento inferior do piso da cabina e a utilização de espuma mais térmica.
A gama disponível em Portugal é constituída por mais de 60 versões, articuladas entre cinco pesos brutos (3500 kg, 6000 kg, 6500 km, 7490 kg e 8550 kg), seis distâncias entre-eixos -(2500 mm, 2800 mm, 3400mm, 3.850mm, 4.300mm e 4.750mm), três tipos de cabina (Estreita, Larga e Dupla), duas transmissões (manual de cinco velocidades ou automatizada de seis relações), dois tipos de tração (4×2 e 4×4) e três motorizações diesel (130 cv, 150 cv e 175 cv).

Na nova geração, uma das novidades reside na introdução da nova variante de cabina estreita de 3500 kg de peso bruto e distância entre eixos de 3400 mm (até agora o máximo era de 2800 mm), alargando o espectro de utilização dentro do segmento dos 3.500 kg com uma dose extra de volume e agilidade conferida pela largura da cabine reduzida.

No que se refere ao equipamento, todas as versões contam, de série com ISS (Sistema Start-stop), ESP, ABS com EBD, fecho centralizado com comando à distância, faróis de nevoeiro, computador de bordo, banco do condutor com suspensão, rádio CD/mp3 com Bluetooth, aos quais se junta nesta nova geração o sensor de luz. As versões pesadas também recebem o sistema de travagem automática (AEBS) e o alerta de desvio de faixa (LDW).

disposição dos clientes está ainda disponível uma lista generosa de equipamentos opcionais, como por exemplo o ar condicionado (manual ou automático), airbag de passageiro, sistema elétrico de 24V, depósito extra de combustível de 70L, diferencial traseiro autoblocante, cruise control (apenas modelos de caixa DUONIC) e faróis dianteiros em LED.

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Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano

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A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.

Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.

A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.

O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.

Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.

Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.

O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.

Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.

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Comerciais

Mercedes-Benz VLE é a nova geração de monovolumes de luxo da marca alemã

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A Mercedes-Benz apresentou recentemente o novo Mercedes-Benz VLE, um modelo totalmente elétrico que inaugura uma nova geração de veículos familiares e de transporte premium da marca alemã. Posicionado como uma espécie de “limusina elétrica” no formato de van, o VLE combina espaço, tecnologia e elevado nível de conforto, pensado tanto para famílias como para serviços de transporte executivo.


Construído sobre a nova plataforma VAN.EA, dedicada a veículos elétricos, o VLE destaca-se pela sua autonomia e eficiência. A versão VLE 300 elétrico desenvolve cerca de 203 kW (aproximadamente 272 cv) e pode ultrapassar os 700 km de autonomia no ciclo WLTP, enquanto a variante VLE 400 4MATIC, com tração integral, atinge cerca de 305 kW e oferece prestações mais desportivas. Ambos utilizam uma bateria de 115 kWh e um sistema elétrico de 800 volts, que permite carregamentos muito rápidos. Em apenas 15 minutos de carregamento rápido, é possível recuperar até cerca de 355 km de autonomia.


No exterior, o modelo apresenta um design moderno e aerodinâmico, com linhas suaves, distância entre eixos longa e um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, um valor bastante competitivo para um veículo deste segmento. A frente integra uma grelha iluminada e uma assinatura luminosa contínua que liga os faróis, reforçando a identidade tecnológica da marca.


No interior, o Mercedes-Benz VLE aposta fortemente no conforto e na versatilidade. O habitáculo pode acomodar entre cinco e oito passageiros, com diferentes configurações de bancos. As versões mais luxuosas incluem os chamados Grand Comfort Seats, equipados com funções de massagem, apoio para pernas, carregamento sem fios e diversos ajustes elétricos. Além disso, os bancos podem ser deslocados ou removidos facilmente, permitindo adaptar o espaço para passageiros ou carga conforme necessário.


A tecnologia também assume um papel central. O modelo incorpora o sistema operativo MB.OS e a mais recente geração do sistema MBUX, com um painel digital avançado e um ecrã central de grandes dimensões. Em algumas versões, existe ainda um sistema multimédia traseiro de alta resolução para entretenimento dos passageiros.

Com o lançamento do VLE, a Mercedes-Benz pretende redefinir o conceito de van premium elétrica, oferecendo uma alternativa moderna e sustentável aos tradicionais monovolumes de luxo. O modelo marca também um passo importante na estratégia de eletrificação da marca e no futuro da mobilidade familiar e executiva.

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