Comerciais
Opel Rocks-e KARGO não chegará a Portugal
A Opel está a aumentar o leque de propostas do seu quadriciclo Rocks-e, elétrico e sem emissões, através de uma nova versão para entrega de encomendas.

Com apenas 2,41 metros de comprimento, 1,39 m de largura e 1,52 m de altura, o Rocks-e KARGO oferece aos profissionais mais de 400 litros de volume flexível de carga.
Com o seu círculo de viragem de apenas 7,20 m, o quadriciclo pode manobrar pelos becos mais estreitos. Com uma autonomia elétrica máxima de 75 quilómetros (WLTP), torna-se no veículo SUM (Sustainable Urban Mobilty) do fabricante automóvel alemão ideal para a entrega de pequenas parcelas, como encomendas, pizzas ou medicamentos, em especial em zonas urbanas.
O Rocks-e KARGO ficará disponível para encomenda inicialmente na Alemanha e na Holanda ainda este ano, e sucessivamente noutros países, não estando ainda prevista a sua chegada a Portugal.

Em vez de contar com um banco para o passageiro como no tradicional Opel Rocks-e de dois lugares, o Opel Rocks-e KARGO conta com um compartimento de carga modular, separado do cockpit do condutor por uma divisória vertical. Quanto ao condutor, continua a desfrutar do mesmo espaço disponível e conforto de condução da versão de passageiros.
Tal como na respetiva versão de passageiros, o motor elétrico do Opel Rocks-e KARGO produz 6 kW / 8 cv de potência contínua, com uma potência máxima de 9 kW / 12 cv, disponível, por exemplo, para acelerar. A bateria de 5,5 kWh pode ser totalmente recarregada em cerca de quatro horas através de uma tomada doméstica AC. O cabo de carregamento, com 3,0 metros de comprimento, está permanentemente alojado no veículo, bastando simplesmente retirá-lo a partir da porta do passageiro, quando necessário. A Opel oferece um adaptador para carregar numa estação de carregamento pública.

Comerciais
MAN eTGM completa ofensiva elétrica da marca na distribuição urbana
A MAN Truck & Bus reforçou a sua estratégia de eletrificação com a apresentação do novo MAN eTGM de 16 toneladas, um modelo desenvolvido para responder às exigências crescentes da distribuição urbana e regional. Com autonomia até 480 quilómetros, elevada capacidade de carga e foco na eficiência operacional, o novo camião surge como a peça que faltava na gama elétrica da fabricante alemã.

Num contexto em que a descarbonização do transporte rodoviário se tornou uma prioridade para operadores logísticos e autoridades urbanas, o eTGM posiciona-se num dos segmentos mais críticos da distribuição: o transporte de média tonelagem em ambientes urbanos densos e operações regionais de elevada intensidade.
Equipado com uma plataforma modular de baterias até 320 kWh, o modelo disponibiliza uma autonomia máxima de até 480 quilómetros, permitindo cumprir ciclos completos de distribuição sem necessidade de carregamentos intermédios na maioria das operações urbanas e regionais. O sistema de tração elétrica foi desenvolvido para garantir eficiência em cenários de paragem e arranque frequentes, típicos da logística de última milha e distribuição diária.

A MAN destaca ainda a capacidade de combinar eficiência energética com redução de emissões, menor ruído e controlo dos custos operacionais. A nova proposta elétrica oferece uma carga útil até 10,6 toneladas e pode operar com reboques até 33 toneladas, características que procuram assegurar flexibilidade sem comprometer a rentabilidade das operações.
Para a marca, a competitividade da eletrificação depende precisamente da capacidade de manter os níveis de produtividade exigidos pelo setor. Nesse sentido, a MAN sublinha que a transição energética exige uma abordagem integrada, onde infraestrutura de carregamento, serviços digitais, gestão operacional e soluções de assistência desempenham um papel central.
Com o lançamento do eTGM, a construtora alemã consolida um portefólio elétrico mais abrangente, reforçando a aposta numa gama capaz de responder a diferentes necessidades logísticas dentro do transporte de mercadorias de curta e média distância.

Comerciais
Scania anuncia motor Super 11L para transporte de passageiros
Apenas seis meses após lançar a revolucionária cadeia cinemática Super de 13 litros para o transporte de pessoas, a Scania apresenta agora uma nova opção de 11 litros, o Super 11L, adequada para operações tanto no segmento urbano como no segmento interurbano.
O novo Super 11L amplia o portefólio da Scania de cadeias cinemáticas de combustão, oferecendo mais alternativas aos operadores de transporte de pessoas. Será relevante para uma vasta gama de operadores, incluindo empresas que realizam percursos urbanos e serviços interurbanos de maior distância.
O Super 11L é significativamente mais eficiente em consumo do que a opção de nove litros e, com potências de 350, 390 e 430 cv, tem também capacidade para assumir determinadas aplicações onde atualmente é utilizado o motor de 13 litros.

A nova cadeia cinemática inclui uma melhoria significativa na eficiência de combustível, uma vida útil do motor muito mais longa, manutenção aperfeiçoada, compatibilidade com combustíveis renováveis e a nova tecnologia de travagem Variable Valve Braking.
Destacam-se particularmente os ganhos em eficiência de combustível, com poupanças de até 10% em muitos casos, em comparação com os seus predecessores. Parte desta poupança deve-se à incorporação do sistema Variable Valve Braking (VVB).
Tal como todos os motores Scania, o novo Super 11L é compatível com os combustíveis renováveis HVO e biodiesel (FAME).
Entre outras vantagens-chave encontra-se uma maior vida útil do motor, de até dois milhões de quilómetros, o que representa um aumento de 25% face ao equivalente anterior.
A manutenção também é melhorada, uma vez que os filtros de óleo e combustível foram posicionados lado a lado no lado frio do motor, em vez de no lado quente, como acontecia em modelos anteriores. Isto significa que já não é necessário esperar que o motor arrefeça antes de realizar operações de substituição, reduzindo o tempo de imobilização em oficina e garantindo a continuidade do negócio da clientela.
Além disso, os novos eixos traseiros e travões auxiliares proporcionam um melhor comportamento e condução, enquanto o novo sistema de pós-tratamento (com dupla SCR para Euro 6) oferece uma excelente eficiência de combustível e maior tempo de disponibilidade.
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