Comerciais
PETRONAS Team De Rooy IVECO em preparativos para o Rally Dakar 2022
A edição de 2022 marca o 10ª aniversário da colaboração entre a IVECO, a PETRONAS e o Team De Rooy no Rally Dakar.
Estão em curso os preparativos do PETRONAS Team De Rooy IVECO para o Dakar 2022, o rali-raide mais exigente do mundo, que terá lugar pela terceira vez na Arábia Saudita.

A tradição da IVECO no Rally Dakar remonta à primeira edição, em 1979, quando começou a fornecer camiões de apoio, e prolongou-se durante os anos 80 com os modelos PAC 260 e 190. A cooperação entre a IVECO, a Petronas e o De Rooy Team teve início no Rally de Marrocos de 2011, prova que a IVECO venceu com um Trakker, dando início a uma emocionante jornada que conduziu a duas vitórias no Rally Dakar, em 2012 e 2016.
A equipa vai aventurar-se nos exigentes terrenos desta jornada de resistência a bordo de dois IVECO Powerstar e de um Trakker. Pelo décimo ano, a IVECO é fornecedora oficial da equipa, providenciando veículos, motores e peças sobressalentes.
Todos os camiões IVECO estão equipados com motores IVECO Cursor 13, especialmente concebidos pela FPT Industrial, debitando uma potência máxima de 1000 CV.
A nova edição do Rally Dakar regressa à Arábia Saudita através de um novo percurso, que levará os pilotos a percorrer novas paisagens através de vastas extensões de areia. Os concorrentes irão enfrentar todo o tipo de terrenos arenosos, em pistas de areia, correntezas de dunas e desfiladeiros, tendo de se socorrer das suas melhores capacidades de navegação para evitarem perder-se nesta desafiante rota. O percurso totaliza 8.000 km, dos quais 4.300 km são cumpridos em regime de Especiais (cronometrados).
Janus van Kasteren jr é piloto de rali-raides, apresentando-se no Rally Dakar pela terceira vez, ao volante de um IVECO Powerstar Evo (#504), sendo acompanhado pelo navegador Marcel Snijders e pelo mecânico Darek Rodewald. O seu objectivo será capitalizar a experiência que adquiriu nas edições anteriores, em que alcançou, por diversas vezes, posições entre os 10 primeiros.
Hans Stacey participou no Rally Dakar pela primeira vez em 2004, sendo que irá alinhar ao volante de um IVECO Powerstar (#515), fazendo equipa com o navegador Anton van Limpt e o mecânico Randy Smits.
Quanto a Mitchel van den Brink, fez a sua estreia em competição com apenas 16 anos, quando se juntou ao seu pai Martin como mecânico/navegador no Dakar de 2019, tendo sido, então, o participante mais jovem de sempre na história do rali. Regressaria ao Dakar como piloto na edição do ano passado, apresentando-se, este ano, pela primeira vez, aos comandos de um IVECO Trakker (#524), sendo navegado por Rijk Mouw e tendo Bert Donkelaar como mecânico.
Comerciais
Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano
A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.
Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.
A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.
O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.
Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.
Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.
O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.
Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.
Comerciais
Mercedes-Benz VLE é a nova geração de monovolumes de luxo da marca alemã
A Mercedes-Benz apresentou recentemente o novo Mercedes-Benz VLE, um modelo totalmente elétrico que inaugura uma nova geração de veículos familiares e de transporte premium da marca alemã. Posicionado como uma espécie de “limusina elétrica” no formato de van, o VLE combina espaço, tecnologia e elevado nível de conforto, pensado tanto para famílias como para serviços de transporte executivo.

Construído sobre a nova plataforma VAN.EA, dedicada a veículos elétricos, o VLE destaca-se pela sua autonomia e eficiência. A versão VLE 300 elétrico desenvolve cerca de 203 kW (aproximadamente 272 cv) e pode ultrapassar os 700 km de autonomia no ciclo WLTP, enquanto a variante VLE 400 4MATIC, com tração integral, atinge cerca de 305 kW e oferece prestações mais desportivas. Ambos utilizam uma bateria de 115 kWh e um sistema elétrico de 800 volts, que permite carregamentos muito rápidos. Em apenas 15 minutos de carregamento rápido, é possível recuperar até cerca de 355 km de autonomia.

No exterior, o modelo apresenta um design moderno e aerodinâmico, com linhas suaves, distância entre eixos longa e um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, um valor bastante competitivo para um veículo deste segmento. A frente integra uma grelha iluminada e uma assinatura luminosa contínua que liga os faróis, reforçando a identidade tecnológica da marca.

No interior, o Mercedes-Benz VLE aposta fortemente no conforto e na versatilidade. O habitáculo pode acomodar entre cinco e oito passageiros, com diferentes configurações de bancos. As versões mais luxuosas incluem os chamados Grand Comfort Seats, equipados com funções de massagem, apoio para pernas, carregamento sem fios e diversos ajustes elétricos. Além disso, os bancos podem ser deslocados ou removidos facilmente, permitindo adaptar o espaço para passageiros ou carga conforme necessário.

A tecnologia também assume um papel central. O modelo incorpora o sistema operativo MB.OS e a mais recente geração do sistema MBUX, com um painel digital avançado e um ecrã central de grandes dimensões. Em algumas versões, existe ainda um sistema multimédia traseiro de alta resolução para entretenimento dos passageiros.
Com o lançamento do VLE, a Mercedes-Benz pretende redefinir o conceito de van premium elétrica, oferecendo uma alternativa moderna e sustentável aos tradicionais monovolumes de luxo. O modelo marca também um passo importante na estratégia de eletrificação da marca e no futuro da mobilidade familiar e executiva.

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