DAF inicia produção da sua nova gama de camiões – Motorguia
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DAF inicia produção da sua nova gama de camiões

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Dia 5 de novembro marcou o início da produção em série de uma nova geração de camiões na DAF em Eindhoven.



O camião oficial ‘Job One’ – um XG+ vermelho com um motor PACCAR MX-13 de 12,9 litros – foi apresentado por John Jorritsma (Presidente da Câmara de Eindhoven) e Harry Wolters (Presidente da DAF) a André Verbeek, Director Geral e proprietário da Verbeek Agra Vision.

DAF é o primeiro fabricante de camiões a introduzir no mercado uma geração completamente nova de camiões que foi desenvolvida de acordo com a nova regulamentação europeia para massas e dimensões de camiões.

“A DAF não é apenas a primeira empresa a fazer isto, mas também a única”, segundo o presidente da DAF, Harry Wolters. “Isto significa que os nossos novos camiões de longo curso – os novos XF, XG e XG+ – estabeleceram uma nova referência em termos de eficiência, segurança e conforto do condutor. Estas foram as principais razões pelas quais a Comissão Europeia estava preparada para dar literalmente mais espaço à indústria de camiões para desenvolver cabines novas e optimizadas. Ao alargar a frente em 16 centímetros e prestando a máxima atenção à aerodinâmica, conseguimos alcançar uma poupança de 10% no consumo de combustível e uma redução semelhante nas emissões de CO2”.

O Presidente da Câmara de Eindhoven, John Jorritsma, revelou o seu orgulho pelas realizações da “sua” cidade, Eindhoven, o centro da “Região Brainport”. “Tudo isto está a acontecer em Eindhoven. Uma cidade de Tecnologia, Design e Conhecimento. O facto de hoje a DAF estar a iniciar a sua produção em série de uma nova geração de camiões revolucionários – todos produtos de alta tecnologia – é toda a prova de que precisamos”.

A Nova Geração DAF constitui uma plataforma de veículos completamente nova, que está totalmente preparada para as linhas de propulsão alternativas a pilhas eléctricas e hidrogénio do futuro que estão actualmente a ser desenvolvidas na DAF.
O primeiro camião da nova geração da série foi entregue a André Verbeek, director-geral/proprietário da firma holandesa Verbeek Agra Vision, especializada no transporte doméstico e internacional de aves de capoeira e ovos, utilizando uma frota de 30 veículos, 25 dos quais são DAFs. O marco XG+ será a condução para a sua filial Hennentransport Hooijer. “Para além da fiabilidade inigualável e dos baixos custos por quilómetro, o excelente nível de conforto do condutor é também uma razão importante para a nossa decisão de escolher a DAF”, explica André Verbeek. “E com o novo top model XG+, a DAF estabeleceu mais uma vez um novo padrão. Um factor muito importante nestes tempos de escassez de condutores”.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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