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Novo Astra, o novo “relâmpago” da Opel
Quem o diz é o próprio CEO da Opel, Michael Lohscheller, que afirma que “com o novo Astra nasce um novo Relâmpago!”, fazendo uma analogia direta ao facto desta nova geração ser a primeira a contar com versões eletrificadas híbridas plug-in.
O responsável máximo da marca alemã continua a descrever esta nova era do Astra que se apresenta “com um design sensacional e tecnologia líder na sua classe. Eletrificado e altamente eficiente para as mais baixas emissões possíveis, rumo a uma nova era. O Astra foi concebido com a máxima precisão, até ao mais pequeno detalhe. Estamos confiantes de que esta nova geração Astra tem tudo o que é preciso para se tornar em mais um ‘bestseller’ e atrair muitos novos clientes para a marca.”
Este discurso de otimismo reflete a aposta que a Opel faz num dos modelos mais importantes da sua gama. O seu desenho demarca-se claramente dos anteriores e com a sua frente “Vizor” este Opel exibe um forte caráter. No interior o Pure Panel, totalmente digital que une num só o painel de instrumentos e a consola central domina a frente do habitáculo.
Este Astra utiliza a mesma plataforma EMP2 que o Peugeot 308, o que lhe permite ter vários tipos de motorizações, a gasolina, a gasóleo e híbrida Plug-in que será a proposta mais potente, com 225 cv. A transmissão será assegurada por caixas manuais de seis velocidades ou automáticas de oito velocidades.
A Opel aposta num modelo com um comportamento “dinâmico, mas sereno” sendo “Autobahnproof”, como refere a marca, o que quer dizer que mesmo na exigente Autobahn germânica ele assegura um bom poder de travagem e estabilidade. A título de exemplo do trabalho desenvolvido, a sua rigidez de torção é 14% superior ao anterior Astra.
Este novo Opel Astra chegará ao mercado nacional no início do próximo ano de 2022, mas no último trimestre deste ano a marca alemã já receberá encomendas.
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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