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Novo Astra, o novo “relâmpago” da Opel
Quem o diz é o próprio CEO da Opel, Michael Lohscheller, que afirma que “com o novo Astra nasce um novo Relâmpago!”, fazendo uma analogia direta ao facto desta nova geração ser a primeira a contar com versões eletrificadas híbridas plug-in.
O responsável máximo da marca alemã continua a descrever esta nova era do Astra que se apresenta “com um design sensacional e tecnologia líder na sua classe. Eletrificado e altamente eficiente para as mais baixas emissões possíveis, rumo a uma nova era. O Astra foi concebido com a máxima precisão, até ao mais pequeno detalhe. Estamos confiantes de que esta nova geração Astra tem tudo o que é preciso para se tornar em mais um ‘bestseller’ e atrair muitos novos clientes para a marca.”
Este discurso de otimismo reflete a aposta que a Opel faz num dos modelos mais importantes da sua gama. O seu desenho demarca-se claramente dos anteriores e com a sua frente “Vizor” este Opel exibe um forte caráter. No interior o Pure Panel, totalmente digital que une num só o painel de instrumentos e a consola central domina a frente do habitáculo.
Este Astra utiliza a mesma plataforma EMP2 que o Peugeot 308, o que lhe permite ter vários tipos de motorizações, a gasolina, a gasóleo e híbrida Plug-in que será a proposta mais potente, com 225 cv. A transmissão será assegurada por caixas manuais de seis velocidades ou automáticas de oito velocidades.
A Opel aposta num modelo com um comportamento “dinâmico, mas sereno” sendo “Autobahnproof”, como refere a marca, o que quer dizer que mesmo na exigente Autobahn germânica ele assegura um bom poder de travagem e estabilidade. A título de exemplo do trabalho desenvolvido, a sua rigidez de torção é 14% superior ao anterior Astra.
Este novo Opel Astra chegará ao mercado nacional no início do próximo ano de 2022, mas no último trimestre deste ano a marca alemã já receberá encomendas.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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