Pequeno elétrico da Citroën tem versão de trabalho – Motorguia
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Pequeno elétrico da Citroën tem versão de trabalho

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A Citroën continua a inovar com o lançamento do My Ami Cargo, uma solução elétrica inteligente pensada para os profissionais de distribuição.


Combina todas as vantagens do Ami com um volume útil de carga superior a 400 litros e capacidade de carga útil de 140 kg, graças a um espaço modular e otimizado no lugar do assento do passageiro.
Esta nova oferta elétrica é uma resposta prática e moderna aos novos desafios da mobilidade colocados às empresas de serviços locais, distribuição, comércio, artesanato, trabalhadores independentes, autoridades e administrações locais e indústria.

O My Ami Cargo combina capacidade de carga, a funcionalidade de um escritório móvel e os benefícios da energia elétrica: zero emissões de CO2 para uma mobilidade limpa e liberdade de acesso a áreas de mobilidade restrita, recarga elétrica fácil em apenas 3 horas a partir de uma tomada standard, serenidade de condução em modo elétrico e custos de utilização contidos.

Por mais 400 euros do que a versão Ami Ami, oferece uma superior proteção na eventualidade de uma colisão, contra condições atmosféricas adversas, bem como uma capacidade de carga mais elevada do que a de um veículo de duas ou três rodas, sendo ainda mais ágil do que um veículo comercial de segmento superior graças à sua compacidade e elevada manobrabilidade.

Para o seu lançamento comercial, a inovadora experiência digital desenvolvida para o Ami através do website dedicado às vendas online será aberta ao My Ami Cargo com ofertas e serviços associados acessíveis a todos os profissionais

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Scania entrega primeiro tractor elétrico de três eixos na Suécia

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A Scania entregou um trator elétrico de três eixos, homologado com um peso bruto de 64 toneladas, a uma empresa sueca fabricante de produtos químicos, Wibax, para utilização nas estradas do norte da Suécia.



O veículo ajudará a companhia a atingir os seus objetivos ambientais, representando mais um exemplo de uma parceria entre uma marca e um cliente, assim como mais um passo na eletrificação do transporte pesado.

O trator elétrico de três eixos e 64 toneladas está a efetuar uma rota entre as cidades de Pitea e Skelleftea, numa distância de 80 quilómetros em cada sentido. A sua performance e capacidade de carga foram otimizadas pela adoção de um motor elétrico mais potente.

Ao abrigo da parceria de longo prazo, a Scania e a Wibax irão trabalhar em conjunto para melhorar a utilização do veículo ao longo do tempo, designadamente em áreas como o carregamento, duração da vida útil da bateria e planeamento de rotas. Esta colaboração também permitirá à Wibax recolher dados na preparação para a introdução de mais veículos elétricos no futuro.

Para a Wibax, o camião elétrico da Scania é uma forma de reduzir o impacto ambiental das suas operações. “Temos feito o máximo para sermos sustentáveis desde a fundação da empresa em 1968 e como identificamos o transporte como o nosso maior impacto ambiental, este camião elétrico constitui um passo para conseguirmos efetuar as nossas operações levando em consideração o ambiente. Durante a vida útil deste camião, a Wibax irá reduzir as emissões de dióxido de carbono em cerca de 1400 toneladas”, afirma Jonas Wiklund, CEO do Wibax Group.

A Scania e a Wibax encetaram uma colaboração estreita para permitir esta solução eletrificada. “Este é o primeiro camião elétrico de 64 toneladas que colocamos na estrada para operação num cliente. Passo a passo, estamos a demonstrar que as soluções elétricas estão a acontecer muito rapidamente e basicamente em todos os segmentos”, afirma Fredrik Allard, diretor de Mobilidade Elétrica da Scania.
Este desenvolvimento contínuo e rápido sublinha a importância de uma infraestrutura de carregamento fora das zonas urbanas. Para possibilitar o carregamento deste camião, o operador elétrico Skelleftea Kraft também está envolvido no projeto e ficou responsável pela implementação da infraestrutura de carregamento.

 

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Mercado de comerciais ligeiros e pesados melhora em 2021

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Analisando o mercado de veículos comerciais ligeiros e pesados durante o ano de 2021, verificiou-se uma recuperação. O primeiro registou um aumento de 4,4% enquanto o segundo subiu aos 21,3%.



Foram matriculadas 28 790 veículos comerciais, ficando a Renault no primeiro lugar acabando por destronar a Peugeot que foi a marca mais vendida em 2020. Em 2021, a diferença foi mínima, de 5337 para a Renault e 5296 unidades para a Peugeot e, no terceiro lugar, acaba por aparecer mais uma marca da Stellantis.

A Citroën matriculou 3350 carros. Na lista dos mais vendidos, surgem depois a Toyota com 2468 unidades, a Fiat com 2458, a Opel com 1793, a Ford que registou 1762 matrículas, a Mercedes-Benz 1194 e a Volkswagen 1151. A Iveco ficou-se pela 1057 matrículas.

No mercado de pesados, incluindo camiões e autocarros, foram matriculadas 4850 unidades, surgindo a Mercedes-Benz no primeiro lugar, com 784 unidades, seguindo-se a MAN, com 733 unidades, a DAF com 719 unidades. Nas posições imediatas surgem a Scania, com 569 unidades, a Volvo, com 552, a Renault, com 519, a Iveco, com 398, a Ford, com 244, a Fuso, com 177, e a Isuzu, com 123.

Referência ainda para a Ford Trucks no mercado dos pesados de mercadorias que está a consolidar a sua posição no mercado nacional, tendo matriculado 236 unidades. Relativamente ao ano anterior, isto representa uma subida de 136%, enquanto a quota de mercado passou de 2,79% para 5,53%.

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Camião a hidrogénio consegue carregar 48 elétricos por dia

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Uma start-up russa lançou o L-Charge, um camião que funciona como uma espécie de supercarregador móvel para automóveis elétricos, que opera com potências de 150 até 1.000 kW, para recargas em minutos num máximo de 48 automóveis por dia.



O camião L-Charge é movido a gás natural liquefeito (GNL) ou a hidrogénio (depende da opção do cliente), o mesmo combustível que pode ser armazenado e transportado na forma de gás ou líquido para ser convertido em energia, o que faz com que o processo não seja completamente livre de emissões – embora o fabricante sublinhe que é três vezes inferior ao que produziria uma mecânica Diesel.

Também o preço não é especialmente atrativo, já que o custo de kWh consumido é de 0,80 cêntimos, uma tarifa que é praticamente o dobro das praticadas por outras operadoras. O que não impede que, só na cidade de Moscovo, onde está o único camião em operação atualmente, o L-Charge receba em média seis solicitações diárias.

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