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Marca Maxus, da SAIC, chega a Portugal pelas mãos do Grupo Bergé

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A Maxus, marca especializada em veículos MPV, SUV, pick-ups e veículos comerciais, vai entrar no mercado português, num investimento do Grupo Bergé Auto, um dos maiores distribuidores automóveis da Europa e da América Latina, que assim alarga as suas operações em Portugal, onde já assegura a presença da Fuso, Isuzu, Kia e Mitsubishi.



A Maxus, herdeira do património histórico da LDV – Leyland DAF Vans, está integrada no universo da SAIC Motor Corporation, maior construtor automóvel da China e o sexto maior a nível mundial. Com um modelo vertical de negócio, que abrange desde a pesquisa e desenvolvimento até ao produto final, a SAIC Motor conta com mais de 215 mil colaboradores, 10 unidades de produção e centros de desenvolvimento espalhados pela Europa e Ásia.

A chegada da Maxus ao mercado nacional está agendada para o segundo trimestre deste ano, com uma gama centrada em comerciais ligeiros e usufruindo da capacidade instalada do Grupo Bergé Auto em Portugal, nomeadamente ao nível comercial e de após-venda.
A gama da Maxus vai centrar-se em dois furgões, um elétrico e um segundo de maiores dimensões e muito inspirado na atual geração da Ford Transit.

Recorde-se que a SAIC Motor adquiriu a LDV (Leyland DAF Vans) em 2009, tendo começado a partir daí uma nova estratégia para esta companhia britânica de comerciais ligeiros com mais de 120 anos de história. O primeiro modelo de nova geração foi o furgão V80, lançado na China em 2011 (e noutros 40 países subsequentemente).

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ABT e-line vai entrar na produção de comerciais a hidrogénio

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A ABT e-line, especializada em transformações de comerciais elétricos, anunciou que vai produzir veículos de trabalho a hidrogénio. A ideia surge depois do sucesso alcançado pela presença da marca no IAA 2022.



Após a apresentação dos primeiros protótipos no IAA Transportation 2022 desenvolvidos em parceria com a Bosch, a ABT e-Line anunciou que vai produzir veículos comerciais com tecnologia de pilha de combustível, alimentada por hidrogénio.
Em comunicado, a empresa refere que os comerciais com motores combustão são responsáveis por níveis elevados de emissões. Apesar dos veículos elétricos a bateria não emitirem emissões locais, são a única alternativa, mas a autonomia tem limites e o carregamento demora muito tempo.
Nalgumas operações de distribuição expresso são frequentes rotas com mais de 800 quilómetros, que exigiria baterias com uma capacidade de 300 kWh para evitar qualquer paragem. Segundo a ABT e-Line, “a comparação com o setor dos ligeiros de passageiros demonstra que isto não é viável nos comerciais. Os automóveis elétricos raramente têm baterias com mais de 100 kWh, mesmo no segmento premium. Acreditamos que existe uma área sensível de aplicação da pilha de combustível a hidrogénio na logística de longo curso”.

Foram convertidas duas unidades Volkswagen e-Crafter, as quais foram estreadas no IAA Transportation 2022. A recetividade foi de tal forma elevada que a ABT e-Line decidiu avançar para a produção em série com os parceiros. Na configuração do veículo de demonstração, a ABT e-Line ficou encarregue da integração do sistema de pilha de combustível, assim como do projeto de segurança, do processo de produção e da homologação.
Além disso, também foi integrado o depósito de hidrogénio de 700 bar. A ABT e-Line refere que os dois a sete depósitos de hidrogénio podem ser reabastecidos em poucos minutos.
Atendendo à arquitetura do veículo e o espaço disponível para instalação, as conversões foram um desafio, mas o esforço valeu a pena. Ao implementar um novo conceito de linha motriz conseguiu-se aumentar a autonomia em várias centenas de quilómetros, sendo mesmo possível abastecer mais tarde do que nos modelos Diesel equivalentes.
Foram convertidas duas unidades Volkswagen e-Crafter, as quais foram estreadas no IAA Transportation 2022. A recetividade foi de tal forma elevada que a ABT e-Line decidiu avançar para a produção em série com os parceiros. Na configuração do veículo de demonstração, a ABT e-Line ficou encarregue da integração do sistema de pilha de combustível, assim como do projeto de segurança, do processo de produção e da homologação.
Além disso, também foi integrado o depósito de hidrogénio de 700 bar. A ABT e-Line refere que os dois a sete depósitos de hidrogénio podem ser reabastecidos em poucos minutos.
Atendendo à arquitetura do veículo e o espaço disponível para instalação, as conversões foram um desafio, mas o esforço valeu a pena. Ao implementar um novo conceito de linha motriz conseguiu-se aumentar a autonomia em várias centenas de quilómetros, sendo mesmo possível abastecer mais tarde do que nos modelos Diesel equivalentes.

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Stellantis e Qinomic transformam comerciais a combustão em elétricos

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A Stellantis e a Qinomic, uma empresa de elevada especialização tecnológica em soluções inovadoras e sustentáveis para a mobilidade, aliam-se para experienciar um conceito de conversão de veículos comerciais ligeiros com motor de combustão interna em veículos com motores elétricos.



Prolongar a vida útil dos veículos e o seu potencial de utilização está na origem da Business Unit de Economia Circular da Stellantis, que lidera a iniciativa, em colaboração com a Business Unit de Veículos Comerciais e com o Stellantis Ventures Studio. 
A solução de retrofit elétrico visa proteger a liberdade de mobilidade com uma opção acessível que satisfaça as necessidades dos clientes, permitindo-lhes prolongar a vida útil dos seus veículos e dar continuidade às suas atividades empresariais, passando a permitir-lhes aceder às Zonas de Baixas Emissões (ZBE) dos grandes centros urbanos.
De acordo com o Relatório de Mobilidade Urbana do EIT, o número de ZBE existentes na Europa aumentou 40% nos últimos três anos, tendência que continuará a verificar-se no âmbito da aplicação das normas de acesso a veículos em zonas urbanas. O motor deste aumento é o plano “European Green Deal”, destinado a incentivar a transição para veículos e uma mobilidade mais limpos.

O retrofitting elétrico apresenta-se, simultaneamente, como uma solução sustentável e acessível para os clientes dispostos a mudar para as emissões zero e para a redução dos seus Custos Totais de Propriedade, mantendo os seus veículos.
O projeto confirma o empenho da Stellantis para com a inovação e a sua vontade de contar com parceiros que apoiem o seu plano de eletrificação. A Stellantis tem uma estratégia de descarbonização líder no setor, com um objetivo ambicioso de alcançar o patamar zero em carbono até 2038, conforme delineado no plano estratégico “Dare Forward 2030”. 
 A conclusão bem-sucedida deste desenvolvimento conjunto em 2023 e o feedback positivo dos clientes sobre o desempenho dos veículos de demonstração levará à sua implementação e comercialização em França, a partir de 2024.

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