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Blackline é a nova série especial do Ford F-Max

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Depois da chegada ao mercado português em 2019, a Ford Trucks tem vindo a implementar a sua condição de marca “nova” e vai fazendo o seu percurso. O responsável por este sucesso tem sido o Ford F-Max que já foi eleito Camião Internacional do Ano e que conseguido colocar a marca no panorama internacional dos veículos pesados.



Numa tentativa de reforçar a sua presença no mercado, a família F-Max passa a disponibilizar duas novas versões, o Blackline e o L.
O primeiro vai ser produzido numa edição limitada a 250 unidades que são numeradas. Cada unidade terá o seu número de série e o logótipo Blackline Series colado na porta.

Quanto a cores, terá uma cabina prateada, dotada de linhas azuis e prestas do lado de fora que reforçam o estilo mais “desportivo” do modelo. Conta ainda com faróis de fundo escuro em LED, jantes pretas e coberturas dos retrovisores a negro.
Mas no interior também há novidades. O desenho é reforçado pela presença de bancos em pele preta com faixas azuis, detalhes em azul no volante e ainda pormenores a negro no painel de instrumentos e nas áreas de arrumação.

Quanto ao F-Max L, disponibiliza uma distância entre eixos superior e a marca optou por colocar um depósito de combustível maior, fazendo deste o veículo ideal para operações de longo curso. O depósito de combustível deste novo F-Max é de 1350 litros, mais 300 litros do que a versão convencional do modelo.

Mas as novidades não se ficam por aqui, e a marca passa a incluir em todas as variantes do F-Max um botão Eco Mode que permite reduzir o consumo até 5%. Com este modo activado, o sistema gere automaticamente a eficiência do veículo, através do Max Cruise (cruise control preditivo) e do Eco Roll que aproveita as descidas para garantir maior eficiência nos consumos. No Eco Mode a potência do motor é limitada a 450 cv e a velocidade a 85 km/h.

A Ford Trucks está inda a digitalizar cada vez mais os seus veículos, tornando-os produtos de mobilidade conectada e equipados com tecnologias de última geração vantajosas para os clientes. Entre as novas tecnologias está o cruise control ligado ao GPS e o Sistema multimédia que facilitam a vida tanto a condutores como a gestores de frota. Estas também permitem aos utilizadores da aplicação My Ford Trucks controlar os veículos remotamente, dando-lhes um maior nível de conforto.

 

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Volkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares

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O Volkswagen ID. Buzz Cargo passa a estar disponível numa nova versão mista de cinco lugares (2+3), graças à introdução de uma divisória fixa entre a cabina e o compartimento de carga. Esta solução está disponível tanto na versão de chassis curto como longo, alargando a versatilidade do modelo elétrico da marca alemã..

A nova configuração foi desenvolvida em parceria com a empresa dos Países Baixos Spoeks Automotive e permite conjugar, de forma eficiente, o transporte de passageiros e de carga. A divisória pode ser selecionada diretamente no configurador do modelo e é instalada de fábrica, imediatamente atrás da segunda fila de bancos.

Com esta solução, o compartimento de carga fica completamente separado da cabina, podendo ser utilizado de forma semelhante à versão Cargo tradicional, incluindo a possibilidade de carregar até ao tejadilho.


De acordo com a marca alemã, uma das principais vantagens é o isolamento eficaz da sujidade e do ruído, que deixam de se propagar para a zona dos passageiros. A divisória integra ainda um óculo, assegurando a visibilidade traseira.

Outro benefício apontado prende-se com a maior eficiência do sistema de climatização, já que o volume a aquecer ou arrefecer no habitáculo é reduzido, contribuindo para um melhor conforto térmico e potencial poupança energética.

A divisória produzida pela Spoeks Automotive é fabricada em Compex, um material compósito leve, resistente e com acabamento suave de elevada qualidade. Na face dianteira, do lado do compartimento de carga, encontra-se um espaço aberto destinado à arrumação do cabo de carregamento.

A Volkswagen garante que a instalação desta divisória não interfere com os cintos de segurança nem com os airbags laterais, mantendo intactos os padrões de segurança do modelo. A opção está disponível para ambas as variantes de carroçaria e, no mercado alemão, tem um preço de 1.856 euros.

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UE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante

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A União Europeia enfrenta uma escassez estrutural de cerca de meio milhão de postos de trabalho por preencher entre condutores profissionais de camiões e autocarros.

Esta situação crítica levou a Comissão Europeia a encomendar um estudo à Organização Internacional do Transporte Rodoviário (IRU), que valida a contratação regulada de condutores extracomunitários como uma medida complementar essencial para mitigar o problema.

A análise revela que os percursos para integrar condutores provenientes de países terceiros variam significativamente entre os Estados-Membros. Os processos combinam diretivas europeias com regulamentações nacionais, originando duplicações administrativas. Em consequência, os trâmites podem prolongar-se entre seis e doze meses, com custos que podem atingir 20 mil euros por condutor.

Existem ainda estrangulamentos críticos em duas áreas fundamentais. Em primeiro lugar, a carta de condução necessita de ser trocada por uma licença da UE, podendo implicar exames adicionais. Em segundo lugar, a qualificação profissional (CAP/CPC) obtida fora da UE não é reconhecida, obrigando à realização da formação inicial completa no Estado-Membro de acolhimento, incluindo uma residência mínima de 185 dias.

A Espanha destaca-se positivamente no estudo por permitir o acesso através de visto de estudante para a realização da formação CAP, facilitando significativamente o percurso quando comparado com outras vias administrativas. É igualmente valorizada a coordenação formal entre ministérios, concretizada através de um protocolo de cooperação assinado em 2023.

A Polónia recebe também reconhecimento pelo seu sistema ágil. Concretamente, cidadãos da Ucrânia, Bielorrússia, Arménia, Geórgia e Moldávia podem trabalhar durante dois anos mediante uma declaração escrita registada, em substituição do tradicional visto de trabalho.

O estudo propõe a simplificação e harmonização dos percursos administrativos entre os Estados-Membros, bem como a implementação de vias rápidas (fast track) sem comprometer os padrões de segurança. Defende ainda o desenvolvimento de projetos-piloto no âmbito da iniciativa SDM4EU, promovida pela IRU, que transforma a análise política em esquemas operacionais reais, garantindo uma mobilidade de condutores segura e regulada.

Ramón Valdivia, vice-presidente executivo da ASTIC e membro do Comité Executivo da IRU, sublinha que “esta publicação representa um apoio institucional a uma tese que temos defendido há anos”. Em síntese, a contratação corretamente gerida de condutores de países terceiros consolida-se como uma ferramenta complementar fundamental para enfrentar a escassez estrutural, tanto em Espanha como no conjunto da União Europeia.

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