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Pagani Huayra Tricolore até faz fumo!
A Pagani lançou uma edição especial do Huayra que homenageia a esquadrilha acrobática da Força Aérea Italiana, os famosos Frecce Tricolore que comemoram 60 anos de existência e no vídeo do seu lançamento este Pagani até faz fumo!
A pintura é toda ela inspirada nos aviões Aermacchi MB-39 da esquadrilha e além das faixas verde, branca e vermelha nem sequer a numeração nas laterais da asa traseira faltam, tal como acontece nos caças da esquadrilha.
Naturalmente os detalhes alusivos à esquadrilha não se ficam pela pintura. Há também um trabalho aerodinâmico que foi feito neste Huayra que tem uma saia dianteira diferente, uma entrada de ar atrás dos bancos, situada a meio, entre os encostos de cabeça e que fornece mais ar para a mais recente versão do motor V12 biturbo da Mercedes que debita 840 cv de potência e 1.100 Nm de binário.
Atrás este Huayra também tem um novo difusor que aumenta a downforce. Um dos elementos mais curiosos e únicos é a inclusão de um elemento que é comum nos aviões, o tubo de Pitot que serve para medir a velocidade do ar e que está colocado bem no meio da frente deste Pagani, sendo os seus dados transmitidos ao condutor através de um manómetro específico (anemómetro) colocado no tablier.
O interior conta ainda com vários elementos fabricados em materiais oriundos da indústria aeronáutica, os bancos em pele são brancos e azuis e têm uma decoração específica, o mesmo sucedendo com o cinto de segurança de cinco pontos cujo centro tem o logótipo dos Frecce Tricolore
Esta edição está limitada a apenas três unidades e o preço unitário ronda os 5,5 milhões de euros, sem contar com os impostos. Para que não esmoreça o ânimo após esta informação aqui lhe deixamos o vídeo de apresentação do Pagani Huayra Tricolore onde este desportivo até faz o tradicional fumo verde, branco e vermelho típico da patrulha acrobática que homenageia:
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Os preços do novo XPENG P7+
A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.
Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.
O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.
Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:
XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€
XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€
XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€


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Condução autónoma vai ser testada em Portugal
Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.
Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.
Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.
Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.
Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.
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