Comerciais
Novo Volkswagen Caddy já tem preço para Portugal
A Volkswagen Veículos Comerciais vai começar a vender a quinta geração do seu furgão Caddy que já pode ser encomendado e já tem preços para Portugal.

A marca diz que este novo Caddy está “maior, mais prático e versátil, mais equipado, mais eficiente, mais inteligente e é o mais digital de sempre”. Tem por base a plataforma transversal modular da marca que recebe a designação MQB e serve de base, por exemplo, ao novo Golf.
Está disponível em versão furgão standard, furgão Maxi e MPV Maxi, até porque em Portugal a variante de passageiros só se vende com sete lugares pelo facto de beneficiar de uma redução de ISV apelativa. O Caddy Maxi tem agora espaço para transportar até duas europaletes.
Em termos de segurança, o modelo alemão dispõe de 19 sistema de assistência à condução, sendo que cinco são novidade no modelo. Passa a dispor em opção de um cockpit digital (Digital Cockpit) que confere um aspeto ultra moderno ao furgão da marca de Wolfsburgo.
O novo modelo está disponível com três opções de potência a partir de um mesmo motor 2.0 TDI: 75, 102 e 122 CV, sendo que todos se encontram acoplados a uma caixa manual de seis velocidades.
A nomenclatura das linhas de equipamento de veículos de passageiros foi reconfigurada: o modelo base será o “Caddy”; segue-se a linha “Life”,e, finalmente, a linha premium “Style”.
Todas as versões estão mais bem equipados do que as correspondentes da geração anterior. Por exemplo, o novo Caddy Cargo pode ser equipado com portas traseiras totalmente metálicas, sem janelas (para melhor proteção contra roubos).

Equipamento de série na versão Cargo são os vidros elétricos dianteiros, espelhos retrovisores exteriores elétricos, travão de mão eletrónico com função Auto Hold, novos faróis H7 e iluminação de placa da matrícula em LED. Também são novos na gama os apoios de braços opcionais nos bancos.
A linha de equipamento “Caddy” do modelo Kombi e da versão de passageiros inclui outras funcionalidades de série, como um volante multifunções, duas portas de correr laterais, um sistema de rádio com ecrã de 6,5 polegadas, ar condicionado e sistema de deteção de fadiga.
Acrescem na linha “Life” as jantes de liga leve de 16 polegadas, um sistema de infotainment com ecrã de 8,25 polegadas, mesa desdobrável para a segunda fila de bancos, barras de tejadilho (pretas), para-choques na cor da carroçaria, espelhos retrovisores exteriores retráteis, com regulação elétrica e aquecidos, consola central com apoio central de braços e regulação dos apoios lombares do banco do condutor.
Os clientes que optem pelao “Style” têm o Caddy equipado com jantes de liga leve de 17 polegadas (as de 18 polegadas são propostas como opção), faróis e luzes traseiras em LED, ajuda de estacionamento “ParkPilot” (frente e traseira), barras de tejadilho prateadas e pacote cromado para o exterior. No interior, sãopropostosde série, entre outros elementos, um volante multifunções em couro, ar condicionado automático (Air Care Climatronic), App Connect, revestimentos dos bancos em “ArtVelours” e, pela primeira vez, instrumentos digitais (Digital Cockpit).
Os preços no mercado nacional começam nos17.273 euros(sem IVA).
Comerciais
Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano
A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.
Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.
A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.
O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.
Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.
Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.
O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.
Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.
Comerciais
Mercedes-Benz VLE é a nova geração de monovolumes de luxo da marca alemã
A Mercedes-Benz apresentou recentemente o novo Mercedes-Benz VLE, um modelo totalmente elétrico que inaugura uma nova geração de veículos familiares e de transporte premium da marca alemã. Posicionado como uma espécie de “limusina elétrica” no formato de van, o VLE combina espaço, tecnologia e elevado nível de conforto, pensado tanto para famílias como para serviços de transporte executivo.

Construído sobre a nova plataforma VAN.EA, dedicada a veículos elétricos, o VLE destaca-se pela sua autonomia e eficiência. A versão VLE 300 elétrico desenvolve cerca de 203 kW (aproximadamente 272 cv) e pode ultrapassar os 700 km de autonomia no ciclo WLTP, enquanto a variante VLE 400 4MATIC, com tração integral, atinge cerca de 305 kW e oferece prestações mais desportivas. Ambos utilizam uma bateria de 115 kWh e um sistema elétrico de 800 volts, que permite carregamentos muito rápidos. Em apenas 15 minutos de carregamento rápido, é possível recuperar até cerca de 355 km de autonomia.

No exterior, o modelo apresenta um design moderno e aerodinâmico, com linhas suaves, distância entre eixos longa e um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, um valor bastante competitivo para um veículo deste segmento. A frente integra uma grelha iluminada e uma assinatura luminosa contínua que liga os faróis, reforçando a identidade tecnológica da marca.

No interior, o Mercedes-Benz VLE aposta fortemente no conforto e na versatilidade. O habitáculo pode acomodar entre cinco e oito passageiros, com diferentes configurações de bancos. As versões mais luxuosas incluem os chamados Grand Comfort Seats, equipados com funções de massagem, apoio para pernas, carregamento sem fios e diversos ajustes elétricos. Além disso, os bancos podem ser deslocados ou removidos facilmente, permitindo adaptar o espaço para passageiros ou carga conforme necessário.

A tecnologia também assume um papel central. O modelo incorpora o sistema operativo MB.OS e a mais recente geração do sistema MBUX, com um painel digital avançado e um ecrã central de grandes dimensões. Em algumas versões, existe ainda um sistema multimédia traseiro de alta resolução para entretenimento dos passageiros.
Com o lançamento do VLE, a Mercedes-Benz pretende redefinir o conceito de van premium elétrica, oferecendo uma alternativa moderna e sustentável aos tradicionais monovolumes de luxo. O modelo marca também um passo importante na estratégia de eletrificação da marca e no futuro da mobilidade familiar e executiva.

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