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Novo MAN TGX foi eleito Camião Internacional do Ano 2021

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O novo TGX da MAN foi eleito Camião Internacional do Ano 2021 por um júri de 24 editores e jornalistas especializados em veículos comerciais, que representam as 24 revistas sobre veículos pesados mais prestigiadas da Europa.



 

Este aclamado prémio foi entregue a Andreas Tostmann, CEO da MAN Truck and Bus, no decurso de uma cerimónia virtual que teve lugar na sede da MAN, em Munique, Alemanha. Com 155 votos conquistados, o topo de gama do construtor alemão levou de vencido o desafio colocado pelo também renovado Volvo FH.

Tendo por base o regulamento interno do ITOY (International Truck of the Year), este prémio anual é conferido ao camião novo lançado no mercado durante os últimos 12 meses e que contribuiu de sobremaneira para a eficiência do transporte rodoviário. Na votação, são considerados diversos aspectos importantes, incluindo as inovações tecnológicas, o conforto, a segurança, a manobrabilidade, a economia de combustível, a pegada ambiental e o TCO (Total Cost of Ownership).

Mantendo o “ar de família” da gama TG que cessa agora funções, o novo TGX representa um passo em frente em termos de conforto, segurança, eficiência, conectividade, serviços e ainda no interface homem-máquina.

Durante testes exaustivos levados a cabo no passado mês de Fevereiro em Bilbau, Espanha, e mais recentemente entre a Alemanha e a Áustria, os membros do júri internacional apreciaram as melhorias aerodinâmicas da cabina, que em conjunto com os motores D26 e D38 Euro 6d, eixos otimizados e cruise control assistido pela navegação, que contribuíram para uma redução eficaz do consumo de combustível.

O júri destacou ainda o interface homem-máquina do novo veículo, que tem por base um sistema de leitura e utilização muito simples, painel de instrumentos digital e a cores e ainda um novo comando rotativo (Smart Select) que permite accionar toda a parte de multimédia no ecrã central, complementado pelo volante multifunções.

Por fim, os jornalistas do IToY referiram como muito importante o leque de sistemas de assistência à condução, que possibilitam ao condutor estar ainda mais atento às condições da operação e do trânsito.

Resumindo os votos, o presidente do Júri do Camião Internacional do Ano, Gianenrico Griffini afirmou, “com a introdução do novo TGX, a MAN tem agora um camião orientado para o futuro do transporte de longo curso, repleto de argumentos para responder às necessidades do transporte rodoviário a médio e longo prazo.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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