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Ferrari Omologata, único no mundo
O programa “One Off” da Ferrari destina-se a materializar os desejos de personalização dos clientes da marca e este Ferrari Omologata é uma das últimas criações deste departamento que assim fez nascer mais um modelo único no mundo.
A pedido de um cliente europeu cuja identidade não foi divulgada, os técnicos e desenhadores, liderados por Flavio Manzoni, do programa “One Off” pegaram num Ferrari 812 Superfast e da carroçaria apenas mantiveram o para-brisas e as óticas. De resto tudo foi personalizada ao gosto do cliente.
Este projeto levou dois anos a ver a luz do dia a partir do momento em que os primeiros esboços começaram a ser desenhados. Seguindo o desejo do cliente de um modelo moderno, mas com inspiração no passado e sem deixar de lado o legado da marca.
A frente ganhou umas entradas de ar junto às óticas e um para-choques novo, a silhueta saiu reforçada com a adoção de umas cavas das rodas mais alargadas e a traseira surge mais arredondada e com menos recortes no seu formato.
No interior um conjunto de detalhes fazem a diferença como a utilização de elementos em metal tanto no tablier como no volante que replicam o efeito de tinta craquelada que se via nos grandes GT da marca dos anos 50 e 60 como o 250 GTO ou 250 LM.
Regressando ao exterior, a cor vermelha Rosso Magma reaviva todas as formas e tudo é rematado com a inserção do número sete no capot e nas laterais.
Os segredos escondidos no compartimento do motor não foram revelados, mas pelo menos este Omologata conta com o mesmo V12 do 812 Superfast com os seus 6.5 litros de cilindrada e 800 cv de potência.
É certo que o cliente deste Ferrari ainda está no anonimato, mas com o sete utilizado na decoração não podemos deixar de especular e deixar uma pergunta no ar: Será que é mais um que vai para a garagem de Cristiano Ronaldo?
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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