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Ferrari Omologata, único no mundo
O programa “One Off” da Ferrari destina-se a materializar os desejos de personalização dos clientes da marca e este Ferrari Omologata é uma das últimas criações deste departamento que assim fez nascer mais um modelo único no mundo.
A pedido de um cliente europeu cuja identidade não foi divulgada, os técnicos e desenhadores, liderados por Flavio Manzoni, do programa “One Off” pegaram num Ferrari 812 Superfast e da carroçaria apenas mantiveram o para-brisas e as óticas. De resto tudo foi personalizada ao gosto do cliente.
Este projeto levou dois anos a ver a luz do dia a partir do momento em que os primeiros esboços começaram a ser desenhados. Seguindo o desejo do cliente de um modelo moderno, mas com inspiração no passado e sem deixar de lado o legado da marca.
A frente ganhou umas entradas de ar junto às óticas e um para-choques novo, a silhueta saiu reforçada com a adoção de umas cavas das rodas mais alargadas e a traseira surge mais arredondada e com menos recortes no seu formato.
No interior um conjunto de detalhes fazem a diferença como a utilização de elementos em metal tanto no tablier como no volante que replicam o efeito de tinta craquelada que se via nos grandes GT da marca dos anos 50 e 60 como o 250 GTO ou 250 LM.
Regressando ao exterior, a cor vermelha Rosso Magma reaviva todas as formas e tudo é rematado com a inserção do número sete no capot e nas laterais.
Os segredos escondidos no compartimento do motor não foram revelados, mas pelo menos este Omologata conta com o mesmo V12 do 812 Superfast com os seus 6.5 litros de cilindrada e 800 cv de potência.
É certo que o cliente deste Ferrari ainda está no anonimato, mas com o sete utilizado na decoração não podemos deixar de especular e deixar uma pergunta no ar: Será que é mais um que vai para a garagem de Cristiano Ronaldo?
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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