Notícias
Coleção de Paul Walker rende 2,1 milhões de euros
Dezoito automóveis e três motos da coleção particular do falecido actor Paul Walker foram a leilão e no total renderam cerca de 2,1 milhões de euros.
A leiloeira Barret-Jackson de Scottdale no Arizona anunciou em Outubro o leilão dos modelos da coleção particular de Paul Walker, leilão esse que agora se realizou e onde pontificaram os cinco BMW M3 E36 Lightweight que o actor possuía.
Estes M3 foram uma edição especial da marca bávara destinada à competição, mas homologada para circular na estrada e dos quais apenas foram fabricadas 125 unidades. Graças aos elementos em alumínio e fibra de carbono utilizados o M3 E36 Lightweight é 102 quilos mais leve que o modelo base.
Um destes cinco modelos a leilão chegou mesmo a ser licitado por 347.000 euros. Além destes BMW M3 o Nissan 370Z de 2009 utilizado por Walker no filme Velocidade Furiosa 5 no papel de Brian O’Connor também foi leiloado e chegou aos 95.000 euros o que faz deste desportivo o Nissan 370Z mais caro de sempre.
Outro dos modelos em destaque foi o Ford Mustang Boss 302S de competição, uma versão repleta de elementos da Ford Racing e que ascendeu aos 83.300 euros.
Para melhor temros a noção da paixão pelos motores de Paul Walker aqui fica a lista completa com os modelos da sua coleção que foram a leilão:
Automóveis:
Audi S4 de 2000
BMW M3 E30 de 1988
BMW M3 E30 Coupe de 1991
BMW M3 E36 Lightweight de 1995 (4 unidades)
BMW M3 E36 Lightweight com asa LTW de 1995
Chevrolet Nova Wagon de 1963
Chevrolet Chevelle Wagon de 1964
Chevrolet II Nova de 1967
Ford Bronco SUV de 1995
Ford F250 Pickup de 2003
Ford Mustang Boss 302S de competição de 2013
GMC Sierra 1500 Pickup de 2004
Nissan 370Z de 2009
Nissan R32 Skyline de competição de 1989
Toyota Tundra Pickup de 2006
Motos:
BMW de 2011
Harley-Davidson RS de 2005
Suzuki de 2008
Notícias
O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
Notícias
Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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