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Febre SUV chega à Aston Martin
Nem a exclusiva Aston Martin, com os seus 106 anos de história de requinte e caráter desportivo, escapa à febre dos SUV e acaba de apresentar o seu primeiro modelo desta natureza no Salão Automóvel de Los Angeles, o Aston Martin DBX.
Como seria de esperar a marca britânica promete que o DBX será o modelo mais polivalente que alguma vez comercializou. Esteticamente não deixa dúvidas de que se trata de um Aston Martin, com umas linhas fluídas, modernas, requintadas e com forte presença. O interior não defrauda em nada as expetativas com um domínio dos elementos em pele de elevada qualidade e um desenho altamente requintado.
A versatilidade é assegurada pela tração integral e por uma suspensão pneumática adaptativa que aumenta a altura ao solo em 45 mm ou desce em 50 mm consoante a necessidade. Além disso conta com diferenciais ativos, central e traseiro e barras estabilizadoras também ativas. Segundo a marca as soluções dinâmicas garantem um excelente conforto em estrada, eficácia numa condução mais agressiva e polivalência quando se optar por uma escapadela ao asfalto.
A motorização é uma versão atualizada do motor que já equipa os DB11 e Vantage, um V8 de 4.0 litros biturbo capaz de debitar 550 cv de potência e 700 Nm de binário e que permite ao DBX chegar aos 291 km/h de velocidade máxima e acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,5 segundos. A caixa de velocidades é automática com nove relações.
Naturalmente os extras em termos de equipamento são mais que muitos, todos eles da mais elevada linhagem e nem sequer os animais de estimação foram esquecidos com várias soluções para não deixar o melhor amigo de fora deste Aston Martin.
Já estão a ser aceites encomendas para o DBX que deverá chegar aos mercados no segundo trimestre do próximo ano, mas ainda não foi divulgado o preço para o nosso país. podemos no entanto estimar que deverá ultrapassar os 200.000 euros se levarmos em linha de conta que no mercado germânico ele custará qualquer coisa como 193.500 euros.
Por enquanto podemos ir sonhando com o vídeo divulgado pela marca:
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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Europa vai apertar com emissões dos travões
A futura norma Euro 7 vai contemplar pela primeira vez a emissão de partículas dos travões e isso pode significar uma mudança tecnológica na indústria automóvel.
Até agora as normas que regulamentam as emissões poluentes dos veículos têm sido focadas nos gases de escape, mas a partir do final de 2026, altura em que a nova norma europeia Euro7 entra em vigor para a homologação de novos modelos, as partículas emitidas pelos sistemas de travagem também vão ser contempladas.
As novas regras irão definir que os modelos elétricos não poderão emitir mais de 3mg/km e os modelos a combustão até 3.500 quilos não podem ultrapassar as 7mg/km. Considerando os materiais utilizados hoje em dia nos travões, nomeadamente o ferro fundido dos discos essas metas serão muito difíceis de cumprir o que vai muito possivelmente levar a uma alteração tecnológica nos travões.
Várias marcas já estão a trabalhar nesse sentido e uma das soluções parece ser a utilização de aço inoxidável nos discos de travão. Será mais caro, mas a longevidade deste tipo de discos é também substancialmente maior.
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