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Febre SUV chega à Aston Martin
Nem a exclusiva Aston Martin, com os seus 106 anos de história de requinte e caráter desportivo, escapa à febre dos SUV e acaba de apresentar o seu primeiro modelo desta natureza no Salão Automóvel de Los Angeles, o Aston Martin DBX.
Como seria de esperar a marca britânica promete que o DBX será o modelo mais polivalente que alguma vez comercializou. Esteticamente não deixa dúvidas de que se trata de um Aston Martin, com umas linhas fluídas, modernas, requintadas e com forte presença. O interior não defrauda em nada as expetativas com um domínio dos elementos em pele de elevada qualidade e um desenho altamente requintado.
A versatilidade é assegurada pela tração integral e por uma suspensão pneumática adaptativa que aumenta a altura ao solo em 45 mm ou desce em 50 mm consoante a necessidade. Além disso conta com diferenciais ativos, central e traseiro e barras estabilizadoras também ativas. Segundo a marca as soluções dinâmicas garantem um excelente conforto em estrada, eficácia numa condução mais agressiva e polivalência quando se optar por uma escapadela ao asfalto.
A motorização é uma versão atualizada do motor que já equipa os DB11 e Vantage, um V8 de 4.0 litros biturbo capaz de debitar 550 cv de potência e 700 Nm de binário e que permite ao DBX chegar aos 291 km/h de velocidade máxima e acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,5 segundos. A caixa de velocidades é automática com nove relações.
Naturalmente os extras em termos de equipamento são mais que muitos, todos eles da mais elevada linhagem e nem sequer os animais de estimação foram esquecidos com várias soluções para não deixar o melhor amigo de fora deste Aston Martin.
Já estão a ser aceites encomendas para o DBX que deverá chegar aos mercados no segundo trimestre do próximo ano, mas ainda não foi divulgado o preço para o nosso país. podemos no entanto estimar que deverá ultrapassar os 200.000 euros se levarmos em linha de conta que no mercado germânico ele custará qualquer coisa como 193.500 euros.
Por enquanto podemos ir sonhando com o vídeo divulgado pela marca:
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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