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Febre SUV chega à Aston Martin
Nem a exclusiva Aston Martin, com os seus 106 anos de história de requinte e caráter desportivo, escapa à febre dos SUV e acaba de apresentar o seu primeiro modelo desta natureza no Salão Automóvel de Los Angeles, o Aston Martin DBX.
Como seria de esperar a marca britânica promete que o DBX será o modelo mais polivalente que alguma vez comercializou. Esteticamente não deixa dúvidas de que se trata de um Aston Martin, com umas linhas fluídas, modernas, requintadas e com forte presença. O interior não defrauda em nada as expetativas com um domínio dos elementos em pele de elevada qualidade e um desenho altamente requintado.
A versatilidade é assegurada pela tração integral e por uma suspensão pneumática adaptativa que aumenta a altura ao solo em 45 mm ou desce em 50 mm consoante a necessidade. Além disso conta com diferenciais ativos, central e traseiro e barras estabilizadoras também ativas. Segundo a marca as soluções dinâmicas garantem um excelente conforto em estrada, eficácia numa condução mais agressiva e polivalência quando se optar por uma escapadela ao asfalto.
A motorização é uma versão atualizada do motor que já equipa os DB11 e Vantage, um V8 de 4.0 litros biturbo capaz de debitar 550 cv de potência e 700 Nm de binário e que permite ao DBX chegar aos 291 km/h de velocidade máxima e acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,5 segundos. A caixa de velocidades é automática com nove relações.
Naturalmente os extras em termos de equipamento são mais que muitos, todos eles da mais elevada linhagem e nem sequer os animais de estimação foram esquecidos com várias soluções para não deixar o melhor amigo de fora deste Aston Martin.
Já estão a ser aceites encomendas para o DBX que deverá chegar aos mercados no segundo trimestre do próximo ano, mas ainda não foi divulgado o preço para o nosso país. podemos no entanto estimar que deverá ultrapassar os 200.000 euros se levarmos em linha de conta que no mercado germânico ele custará qualquer coisa como 193.500 euros.
Por enquanto podemos ir sonhando com o vídeo divulgado pela marca:
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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