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Cybertruck, a surpresa da Tesla

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A Tesla surpreendeu toda a gente com as formas da Cybertruck, aquela que poderá ser a sua pick up e que foi revelada ao vivo no Salão Automóvel de Los Angeles.

Sem qualquer ligação estética com os outros produtos Tesla que já circulam entre nós, a Cybertruck é completamente disruptiva com o seu estilo retilíneo, geométrico, quase “matemático”. Obviamente não agradou a todos, mas uma coisa é certa, gerou um grande burburinho pois a sua silhueta não se parece nada com uma pick up e mesmo como veículo parece algo saído de um futuro longínquo.

 

Estará equipada com três opções em termos de motorização. Uma versão com tração traseira com um motor elétrico e uma autonomia de 400 quilómetros, outra versão de tração integral com dois motores elétricos e por fim a versão topo de gama que adopta a solução Tri Motor Paid da Tesla, que lhe confere uma autonomia de 800 quilómetros e uma impressionante aceleração de apenas 2,9 segundos dos 0 aos 100 km/h.

Elon Musk refere que este protótipo apresentado não anda muito longe do modelo que entrará nas linhas de produção e que deverá ser comercializado em 2021. Vejamos se será mesmo este o caminho estético a seguir ou se esta pick up ainda mudará muito até chegar à estrada.

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Café pode ser o plástico do futuro nos carros

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A busca por alternativas aos materiais com origem nos combustíveis fósseis está mais viva do que nunca e criar uma solução válida para os plásticos utilizados na indústria automóvel é uma área que tem tido muita pesquisa e desenvolvimento.

A McDonald’s e a Ford estão a trabalhar em conjunto para desenvolver um tipo de bioplástico com base em café. Esta alternativa utiliza as pequenas cascas que sobram do café quando este é torrefeito e que até agora são apenas sobras e desperdício.

A McDonald’s é uma das grandes produtoras de café, como é compreensível, e em parceria com a Ford, um dos maiores construtores automóveis a nível mundial e já conseguiram que esta solução alternativa fosse utilizada para a construção dos suportes das óticas e vários plásticos que normalmente se encontram no habitáculo dos veículos.

O processo de fabrico passa pelo aquecimento das cascas de café num ambiente com pouco oxigénio para que estas não entrem em combustão, sendo então misturadas com uma menor parte de plástico formando pequenos pellets que são depois utilizados para o fabrico das peças.

O resultado é um material mais leve em cerca de 20% e ao ser aplicado nos suportes das óticas que são sempre peças de alguma dimensão e sujeitas às temperaturas elevadas das lâmpadas constatou-se que este material tem um melhor comportamento que o plástico normal.

Além de tudo isto a produção deste plástico com base em café consome menos energia o que o torna também vantajoso no processo de fabrico.

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Os Mini elétricos serão produzidos na China

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O Grupo BMW e a chinesa Great Wall Motor anunciaram a criação de uma joint venture que irá gerir uma fábrica em Zhangjiagang, na província de Jiangsu, na China, unidade que será a responsável pela produção dos futuros modelos elétricos da Mini.

A Spotlight Automotive, nome dado à empresa que nasce desta parceria, irá construir e gerir a fábrica num projecto avaliado em 650 milhões de euros e que deverá ficar pronta em 2022. Esta unidade fabril empregará cerca de 3.000 empregados, sendo capaz de produzir qualquer coisa como 160 mil veículos por ano.

O grupo alemão no entanto assegura que a Mini continuará a ter em Oxford, no Reino Unido, as suas instalações principais onde, para já será produzido o Mini elétrico que deverá ser lançado em breve.

A nova fábrica em território chinês produzirá também modelos da Great Wall Motor mas para a Mini é um importante passo para um aumento na produção para expandir ainda mais a marca a nível global, tornando-a ainda mais apelativa em alguns mercados

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Próximo Mazda MX-5 pode ser eletrificado

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A Mazda está a ponderar várias opções para a próxima geração do MX-5 no que toca à sua propulsão, sendo que a via da eletrificação afigura-se como bastante provável.

O mais famoso dos roadsters nasceu há 30 anos e está agora na sua quarta geração. Comum a todas elas é o foco no prazer de condução, alcançado através do equilíbrio do chassis, do baixo peso e da tração traseira. E se é verdade que a eletrificação não impede a tração traseira, o mesmo não se pode dizer do equilíbrio do chassis e do baixo peso.

Um sistema elétrico, ou híbrido, acrescenta sempre bastante peso e, para os responsáveis da marca nipónica, é crucial manter o peso o mais reduzido possível. Por isso, segundo estes, a eletrificação só irá avançar se este último fator estiver garantido.

A ideia de eletrificar o MX-5 surge da mudança de mentalidade dos consumidores, onde mesmo os mais puristas já se preocupam em ser amigos do ambiente.

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