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Mustang Mach-E, um choque para os puristas
A Ford acaba de apresentar no Salão Automóvel de Los Angeles o novo Mustang Mach-E, um SUV elétrico que tendo o nome da linhagem Mustang promete franzir o sobrolho a muitos fãs do puro “american muscle”.
Olhando para o Mustang Mach-E são óbvias as ligações com o Mustang, o formato da grelha frontal, das óticas, os grupos óticos traseiros, mas colocando o foco no conceito, este coloca-se um pouco nos antípodas do puro Mustang.
Este Mach-E é um SUV elétrico um modelo bem longe do músculo americano de um Mustang no seu estado mais genuíno. Será este um dos grandes desafios da Ford com o Mustang Mach-E: lidar com os fãs e incondicionais aficionados puristas do Mustang.
Entende-se o lançamento de um modelo desta natureza no período que o mercado atravessa, mas já não será tão linear explicar a ligação ao nome Mustang. No entanto, há um público que privilegia um modelo polivalente, versátil, alternativo em termos de motorização, mas que mantenha uma estética com caráter e, neste caso, associado a um nome com pedigree.
Como automóvel, o Mustang Mach-E surgirá com várias versões, com duas opções de bateria, uma de 75,5 KWh com 258 cv de potência e uma autonomia padrão de 450 quilómetros e outra de 98.8 KWh que lhe permite chegar aos 600 quilómetros de autonomia e presentear o condutor com 285 cv de potência sob o pé direito.
Além disso, há ainda a opção por um modelo de tração traseira ou integral sendo que este último naturalmente influencia os valores de autonomia para um patamar um pouco inferior aos do modelo com tração traseira.
Estima-se que chegue ao nosso mercado em finais do próximo ano, sendo que para já ainda não há indicações quanto ao seu preço de comercialização, mas a marca já está a aceitar pré-encomendas para o Mustang Mach-E.
Aqui lhe deixamos ainda o vídeo de lançamento do Ford Mustang Mach-E:
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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