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Taycan, o primeiro Porsche totalmente elétrico
A Porsche acaba de revelar o seu primeiro modelo totalmente elétrico, o Taycan.
Apresentado em três locais distintos em simultâneo, Alemanha, Canadá e China, o Taycan é um modelo de quatro portas com origem estética no muito apreciado concept Mission E e é o primeiro modelo a entrar em produção que recorre à nova tecnologia de 800 Volts. Face à actual solução de 400 Volts utilizada na indústria, a de 800 Volts permite que em apenas 5 minutos de carga num ponto de alta potência este Taycan ganhe 100 quilómetros de autonomia. Além disso, leva 22,4 minutos para carregar entre 5 a 80% da bateria com um pico de carregamento de 270 kW em circunstâncias ideais e também pode carregar a sua bateria Performance Plus de 93,4 kW de capacidade comodamente em casa até 11 kW em corrente alterna.
O Taycan surge já em duas versões de tracção integral, o Turbo e o Turbo S com 680 cv (500 kW) e 761 cv (560 kW) de potência respectivamente, o que lhes dá uma capacidade de aceleração dos 0 aos 100 km/h de 2,8 segundos no caso do Turbo S e 3,2 segundos no Turbo. Segundo a marca de Estugarda a velocidade máxima de ambos é de 260 km/h.
Já em termos de autonomia estamos perante um modelo que propõe 450 quilómetros de autonomia na versão Turbo e um pouco menos, 412, na versão Turbo S.
A Porsche já está a aceitar encomendas para o Taycan e também já há preços definidos para o mercado nacional com o Taycan Turbo a ter um preço inicial de 158.221 euros ao passo que a versão mais potente, o Taycan Turbo S, tem preços a começar nos 192.661 euros.
A marca alemã também planeia no futuro o lançamento de versões menos potentes e mais tarde a versão Cross Turismo.
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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