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Citroen C4 Cactus sai de cena
Foi um sucesso logo quando foi dado a conhecer ao público, com a sua imagem a trazer de volta uma Citroen inovadora em disruptiva. Nos primeiros anos de vida, o sucesso foi também comercial em alguns mercados. No entanto, parece que isso não foi o suficiente para ter uma carreira longa.
Um dos responsáveis de produto da marca francesa, afirmou que a denominação Cactus vai ser suprimida. O motivo está relacionado com o novo posicionamento do seu sucessor, que vai deixar de ser um SUV compacto para vir ocupar a posição até há pouco tempo foi ocupada pelo C4, e que agora está assegurada pelo actual C4 Cactus, no segmento dos pequenos familiares, onde concorrente com modelos como o Renault Mégane ou o Volkwagen Golf ou o Renault Mégane.
O actual C4 Cactus, apesar do nome C4, não é exatamente um C4 em formato SUV, pois a sua plataforma é a do irmão mais pequeno, C3, do qual deriva.
Entre o final de 2020 e o início de 2021 é que poderemos ver um sucessor para o Cactus a ser realmente um pequeno familiar, mantendo na mesma os airbumps.
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Freelander está de regresso
O Freelander foi um dos primeiros SUV premium do mundo automóvel e ainda alguma veia de todo-o-terreno, o que fez dele um sucesso e abriu portas para um novo público na Land Rover. Agora passou a ser uma marca, fruto da ligação da Jaguar Land Rover à chinesa Chery.
Revelado ao público no no Salão de Pequim, o Freelander 8 é o primeiro modelo que surge da “nova marca” Freelander e a ideia será lançar mais cinco propostas dentro de cinco anos, fazendo com que a marca Freelander tenha seis modelos diferentes disponíveis no mercado.
Este Freelander 8 é um SUV elétrico e em termos estéticos não podemos deixar de notar a traseira que recupera o desenho dos pilares traseiros inclinados com uma janela triangular tal como acontecia no primeiro Frelander de 1997. Ainda pouco se sabe das características técnicas do Freelander 8, apenas que foi desenvolvido com base na plataforma da Chery dedicada a modelos elétricos e híbridos e que tem uma arquitetura de 800 V sendo que as baterias serão fornecidas pela CATL.



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Audi diz adeus ao A1 e ao Q2
A Audi despediu-se do A1 e do Q2, modelos que vão sair da gama da marca e que viram as últimas unidades saírem das respetivas fábricas onde são produzidos.
Dando passos em direção a uma estratégia mais virada para modelos premium de maiores dimensões, a Audi terminou a produção do A1 e do Q2. Tratam-se de dois modelos com alguns anos de comercialização e um bom registo de vendas, o A1 foi lançado em 2010 e ao fim de 16 anos vendeu 1.389.658 modelos ao passo que Q2 que “nasceu” em 2016 e após praticamente 10 anos vendeu 887,231 unidades.
Agora a fábrica de Ingolstadt, na Alemanha, onde era fabricado o Audi Q2 vai receber a produção do elétrico A2 e-Tron enquanto que a unidade de Martorell em Espanha onde o A1 era produzido vai passar a fabricar outros modelos do grupo como o Cupra Raval, o Skoda Epiq e ainda os Volkswagen ID Polo e Volkswagen ID Cross.
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