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O Ford Puma foi um desportivo, mas agora é (mais) um SUV

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Em 20 anos, muita coisa mudou na indústria automóvel. Vimos os Diesel a crescer a olhos vistos, conseguindo prestações e consumos antes impensáveis, vimos o investimento em automóveis menos poluentes, como os híbridos e os elétricos, mas vimos, acima de tudo, a febre pelos SUV.

Hoje em dia, há para todos os tamanhos, feitios e carteiras. Não há construtor que se possa dar ao luxo de não ter um SUV na sua gama, mesmo em marcas de automóveis desportivos como a Porsche e a Lamborghini. Ainda assim, foi estranho ver a Mitsubishi transformar um desportivo como o Eclipse num SUV. Mas parece que não foi a única a ter esta ideia.

Lembra-se do Ford Puma? Aquele pequeno desportivo de design arrojado, baseado no Fiesta, que era extremamente divertido de conduzir. Pois é, agora a Ford apresenta a nova geração do Puma, mas em formato SUV.

Mantém-se a partilha com o Fiesta do qual deriva, mas ao invés de se apresentar como uma alternativa desportiva, apresenta-se como um automóvel mais versátil, mais espaçoso – tem uma bagageira com 485 litros de capacidade – e com uma posição de condução mais elevada, procurada por tantos clientes. Ainda assim, tal como o primeiro Puma, é um automóvel pequeno.

Vai estar disponível com dois motores mild-hybrid, com potências de 125 cv e 155 cv, resultado da união do pequeno bloco a gasolina com três cilindros e um litro de cilindrada com um sistema integrado de motor de arranque/alternador de 11,5 kW. A versão menos potente vai também estar disponível numa versão apenas com motor combustão.

Ainda não se conhecem os preços, mas sabe-se que chegará a Portugal no início do próximo ano.

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Estacionar em Lisboa vai ficar mais caro

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A Câmara Municipal de Lisboa anunciou novas medidas para regular o estacionamento em Lisboa, ficando em destaque a criação de novas tarifas de estacionamento, com as cores castanho e preta, onde estacionar o automóvel será mais caro. Dois euros por hora na primeira na castanha e três euros por hora na zona preta. Em ambas só se poderá estacionar, no máximo, durante duas horas.
A EMEL promete também passar a fiscalizar à noite e ao fim de semana.
Mas não só más notícias para aqueles que vivem em Lisboa.

Quem reside na capital e possui apenas um automóvel, vai deixar de pagar dístico para poder estacionar na sua zona de residência. Atualmente, o dístico para a primeira viatura tem um custo de 12 euros por ano.
Para moradores que tenham três carros, o terceiro dístico vai ficar mais caro nas zonas de Lisboa onde há mais pressão de estacionamento, como as zonas históricas ou as Avenidas Novas

Já as chamadas famílias numerosas – que tenham três ou mais filhos, tendo o mais novo, no máximo, dois anos de idade — vão ter direito a um lugar reservado para estacionar à porta de casa.

Segundo espera a CML, estas medidas pretendem levar as pessoas a utilizar mais os parques de estacionamento, pois muitos deles apresentam uma taxa de ocupação média relativamente baixa.

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Sete meses depois, Porsche reabre Nardo

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Foram 35 milhões de euros e sete meses de espera para que as obras operadas no complexo de testes da Porsche em Nardo, Itália, ficassem concluídas.

Este avultado investimento serviu para a renovação de todo o asfalto, assim como para a aplicação de um sistema de proteção com rails desenvolvidos pela própria Porsche, especificamente para serem utilizados durante os testes de alta velocidade em Nardo.

Adquirido pela Porsche em 2012, o Nardo Technical Center engloba mais de 20 pistas e instalações, num complexo que ocupa uma área superior a 700 hectares. Aberto em 1975, destaca-se pelo seu circuito círcular com 12,6 quilómetros de extensão capaz de permitir testar os veículos nas condições mais extremas, sempre com o pedal mais à direita pressionado a fundo.

Apesar de ser propriedade da marca alemã, o circuito de Nardo é também utilizado por diversos fabricantes automóveis, tendo papel decisivo no futuro da indústria automóvel, nomeadamente no que toca ao comportamento dos automóveis elétricos e ao desenvolvimento de sistemas de assistência ao condutor.

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O carro blindado mais rápido do mundo

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A empresa norte americana Addarmor sediada no Wyoming em conjunto com os preparadores da ART, conhecidos pelos seus trabalhos em modelo Volkswagen e Audi, uniram esforços e criaram o Addarmor ART RS7, um carro blindado com base no Audi RS7 e que é neste momento o carro blindado mais rápido do mundo.

Normalmente estamos habituados a ver berlinas de luxo ou grandes SUVs com este tipo de soluções de proteção para os seus ocupantes, mas a Addarmor foi um pouco mais longe e com base num Audi RS7 com o seu motor V8 biturbo de 4.0 litros de capacidade preparado pela ART para debitar 760 cv de potência e isto não se deve à necessidade de melhorar a relação peso-potência por causa do aumento de peso da blindagem já que esse aumento é mínimo. Este facto deve-se ao tipo de materiais que a Addarmor utiliza para blindar os veículos e que é um composito policarbonato que apenas aumenta o peso do RS7 em cerca de 90 quilos.

A ideia da Addarmor é mostrar que as tecnologias actuais no campo da blindagem de veículos permitem aplicar este tipo de soluções praticamente a qualquer automóvel, incluindo este Audi RS7 capaz de atingir os 325 km/h de velocidade máxima e acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,9 segundos e ainda resistir a impactos de balas de calibre até .44 Magnum (podendo ser equipado com blindagem que suporta calibres maiores e até munições perfurantes). Além disso também está repleto de soluções de defesa ao melhor estilo dos filmes de agentes secretos como um dispersor de gás pimenta colocado nos pilares B, us puxadores das portas eletrificados um detetor de gás que cria uma pressão positiva no interior de forma a impedir a entrada do gás nocivo no habitáculo, inibidor de várias frequências e uma câmara de visão noturna a 360º e pneus Pirelli Runflat.
A versão base custa cerca de 180.000€, valor que pode aumentar em função das opções de defesa que se queira acrescentar.

  

 

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