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Apple CarPlay surge renovado
Já aqui abordámos, por diversas vezes, temas relacionados com as tecnologias que não devemos prescindir quando procuramos um automóvel novo, estando entre elas a possibilidade de integrarmos o nosso smartphone com o sistema multimédia do nosso automóvel, através do Apple CarPlay ou do Android Auto.
Os referidos sistemas oferecem já diversas possibilidades, mas continua sempre a haver espaço para melhorar, como aconteceu no ano passado com o Apple CarPlay, quando a marca da maçã decidiu abri-lo a aplicações de terceiros, o que permitiu que pudéssemos passar a ter no Apple CarPlay aplicações de navegação como o Google Maps ou o Waze.
Como parar é morrer, a Apple prepara-se para apresentar uma série de novidades para a referida interface, juntamente com o lançamento do novo sistema operativo para os seus smartphones e tabelas, o iOS 13.
Anunciado como a maior evolução do sistema, vamos conhecer um design totalmente e novas funcionalidades, como a presença do calendário, o que permitirá, por exemplo, iniciar a navegação para o destino diretamente para o endereço registado no evento presente no calendário. Ao mesmo tempo, a controversa Siri vai ser capaz de comandar aplicações de terceiros, como as de navegação ou música, como é o caso do Spotify.
O novo design traz consigo toda uma nova apresentação, desde o botão, até à forma como a informação é visualizada, passando a possibilidade de dividir o ecrã a meio, o que permite que tenhamos um mapa de um lado e a aplicação de música, ou calendário, na outra metade.
O iOS 13 vai também permitir que o Apple CarPlay se adapte a diferentes tamanhos de ecrã, ao contrário do que acontece atualmente quando utilizado em ecrã de medidas maiores do que o habitual, onde parte do ecrã fica inutilizada. Em alguns modelos e marcas automóveis, vai também passar a ser possível visualizar as informações do Apple CarPlay no ecrã do painel de instrumentos ou no Head-Up display.
Esta atualização deverá estar disponível a partir de setembro.
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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Europa vai apertar com emissões dos travões
A futura norma Euro 7 vai contemplar pela primeira vez a emissão de partículas dos travões e isso pode significar uma mudança tecnológica na indústria automóvel.
Até agora as normas que regulamentam as emissões poluentes dos veículos têm sido focadas nos gases de escape, mas a partir do final de 2026, altura em que a nova norma europeia Euro7 entra em vigor para a homologação de novos modelos, as partículas emitidas pelos sistemas de travagem também vão ser contempladas.
As novas regras irão definir que os modelos elétricos não poderão emitir mais de 3mg/km e os modelos a combustão até 3.500 quilos não podem ultrapassar as 7mg/km. Considerando os materiais utilizados hoje em dia nos travões, nomeadamente o ferro fundido dos discos essas metas serão muito difíceis de cumprir o que vai muito possivelmente levar a uma alteração tecnológica nos travões.
Várias marcas já estão a trabalhar nesse sentido e uma das soluções parece ser a utilização de aço inoxidável nos discos de travão. Será mais caro, mas a longevidade deste tipo de discos é também substancialmente maior.
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