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Apple CarPlay surge renovado
Já aqui abordámos, por diversas vezes, temas relacionados com as tecnologias que não devemos prescindir quando procuramos um automóvel novo, estando entre elas a possibilidade de integrarmos o nosso smartphone com o sistema multimédia do nosso automóvel, através do Apple CarPlay ou do Android Auto.
Os referidos sistemas oferecem já diversas possibilidades, mas continua sempre a haver espaço para melhorar, como aconteceu no ano passado com o Apple CarPlay, quando a marca da maçã decidiu abri-lo a aplicações de terceiros, o que permitiu que pudéssemos passar a ter no Apple CarPlay aplicações de navegação como o Google Maps ou o Waze.
Como parar é morrer, a Apple prepara-se para apresentar uma série de novidades para a referida interface, juntamente com o lançamento do novo sistema operativo para os seus smartphones e tabelas, o iOS 13.
Anunciado como a maior evolução do sistema, vamos conhecer um design totalmente e novas funcionalidades, como a presença do calendário, o que permitirá, por exemplo, iniciar a navegação para o destino diretamente para o endereço registado no evento presente no calendário. Ao mesmo tempo, a controversa Siri vai ser capaz de comandar aplicações de terceiros, como as de navegação ou música, como é o caso do Spotify.
O novo design traz consigo toda uma nova apresentação, desde o botão, até à forma como a informação é visualizada, passando a possibilidade de dividir o ecrã a meio, o que permite que tenhamos um mapa de um lado e a aplicação de música, ou calendário, na outra metade.
O iOS 13 vai também permitir que o Apple CarPlay se adapte a diferentes tamanhos de ecrã, ao contrário do que acontece atualmente quando utilizado em ecrã de medidas maiores do que o habitual, onde parte do ecrã fica inutilizada. Em alguns modelos e marcas automóveis, vai também passar a ser possível visualizar as informações do Apple CarPlay no ecrã do painel de instrumentos ou no Head-Up display.
Esta atualização deverá estar disponível a partir de setembro.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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