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O maior abate de motores de combustão da história
O governo indiano prepara-se para combater os elevados índices de emissões de CO2 no seu país através da eletrificação dos triciclos e das scooters que inundam o panorama rodoviário deste país asiático.
No território da índia circulam cerca de 21 milhões destes veículos equipados com motores de combustão e a meta é que estes sejam substituídos por modelos elétricos o que resultará naquilo que podemos considerar como o maior redução de motores a combustão na história da mobilidade humana. Assim, a proposta define que a partir de 2023 só sejam vendidos triciclos com motorizações elétricas e que em 2025 o mesmo aconteça com as scooters.
Outras propostas passam pela atribuição de apoios a quem tenha triciclos elétricos e também promover a transição de autocarros com motores a combustão para elétricos.
Estas soluções estão no entanto ainda dependentes dos resultados das eleições que decorrem na Índia, mas já existem programas concretos a decorrer de apoio à eletrificação que não deverão ser alterados. É o caso do FAME1, integrado no projeto nacional eMobility, que apesar de ter sofrido atrasos no início da sua implementação acabou por ter impacto na população, esperando-se que a segunda fase, o FAME2 com os seus 1,64 biliões de euros de orçamento continue a mudar o panorama das estradas indianas.
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BYD quer bater barreira dos 500 km/h com o Yangwang U9 Xtreme
O Yangwang U9 Xtreme já tem o título de modelo de produção mais rápido do mundo depois de ter atingido a marca dos 496 km/h, mas a marca chinesa não vai ficar pro aqui e quer bater a fasquia dos 500 km/h.
Foi durante o recente Goodwood Festival of Speed que a vice presidente da BYD, Stella Li, afirmou que o Yangwang U9 Xtreme vai voltar a tentar bater o seu recorde de velocidade e se possível superar os 500 km/h. Essa decisão teve como base a informação dos técnicos e engenheiros da Yangwang que referiram que ainda havia margem de progressão para o U9 Xtreme e que a meta dos 500 km/h era possível de atingir.
Essa nova tentativa de recorde deverá ter lugar mais uma vez na pista oval de Papenburgh, na Alemanha, onde o atual recorde de velocidade foi estabelecido.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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