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Os automóveis em Portugal estão cada vez mais velhos
De acordo com dados da ACAP, a idade média dos automóveis ligeiros no nosso país tem vindo a aumentar e em 2024 chegou aos 14,1 anos.
A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) revelou os dados de 2024 do mercado automóvel nacional e em cerca de 6 milhões de automóveis que andam nas nossas estradas, 1,6 milhões tem mais de 20 anos de idade, o que representa 27% de todos os carros que circulam nas nossas estradas. A título de comparação, em 2000 essa percentagem era de apenas 1% e a idade média do parque automóvel estava nos 7 anos.
Portugal continua assim a ver o seu parque automóvel a envelhecer e dessa forma a atrasar-se na caminhada para uma realidade com automóveis menos poluentes. O aumento da importação de modelos usados, maioritariamente com mais de 10 anos, ajuda em parte a explicar este número, mas o envelhecimento do nosso parque automóvel é essencialmente um reflexo da redução da capacidade financeira dos portugueses.
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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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