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O primeiro Bugatti Bolide vai a leilão
Aquele que é o primeiro Bugatti Bolide produzido vai a leilão pelas mãos da Gooding Christie’s na próxima Monterey Car Week na Califórnia e promete ser vendido por uns bons milhões.
A Bugatti só irá fabricar 40 unidades do Bolide e já estão todas vendidas, mas aquela que foi a primeira produzida e que tem o chassis nº 001 vai agora a leilão. Estamos perante um “modelo usado” porque no conta-quilómetros marca 625 quilómetros sensivelmente. Esta quilometragem foi toda feita em pista porque convém não esquecer que o Bolide não está homologado para circular na estrada, só em circuito.

Este leilão está a cargo da leiloeira Gooding Christie’s e terá lugar na bem conhecida Monterey Car Week, no norte da Califórnia, nos Estados Unidos nos dias 15 e 16 de agosto. Para já, estima-se que poderá chegar ou até mesmo ultrapassar a fasquia dos 6 milhões de dólares, qualquer coisa como 5,1 milhões de euros. Isto porque estamos perante aquele que poderá ser o último modelo produzido pela Bugatti com o venerável motor W16 que no Bolide atinge o seu expoente máximo com os seus 8.0 litros de cilindrada, quatro turbos, capaz de debitar uma impressionante potência máxima de 1600 cv. O resultado é um desportivo capaz de uma velocidade máxima de 380 km/h e de acelerar dos 0 aos 100 km/h nuns atómicos 2.2 segundos. Todos estes ingredientes se juntam para que o Bugatti Bolide com o chassis nº 001 possa despertar a cobiça de muitos interessados e por isso atingir um valor de venda tão impressionante quanto os números que apresenta na sua ficha técnica.



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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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Europa vai apertar com emissões dos travões
A futura norma Euro 7 vai contemplar pela primeira vez a emissão de partículas dos travões e isso pode significar uma mudança tecnológica na indústria automóvel.
Até agora as normas que regulamentam as emissões poluentes dos veículos têm sido focadas nos gases de escape, mas a partir do final de 2026, altura em que a nova norma europeia Euro7 entra em vigor para a homologação de novos modelos, as partículas emitidas pelos sistemas de travagem também vão ser contempladas.
As novas regras irão definir que os modelos elétricos não poderão emitir mais de 3mg/km e os modelos a combustão até 3.500 quilos não podem ultrapassar as 7mg/km. Considerando os materiais utilizados hoje em dia nos travões, nomeadamente o ferro fundido dos discos essas metas serão muito difíceis de cumprir o que vai muito possivelmente levar a uma alteração tecnológica nos travões.
Várias marcas já estão a trabalhar nesse sentido e uma das soluções parece ser a utilização de aço inoxidável nos discos de travão. Será mais caro, mas a longevidade deste tipo de discos é também substancialmente maior.
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