Adamastor Furia já acelerou em Portimão – Motorguia
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Adamastor Furia já acelerou em Portimão

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O superdesportivo português Adamastor Furia já fez os seus primeiros quilómetros em pista no Autódromo Internacional do Algarve numa sessão de testes em circuito para reunir dados importantes para o seu desenvolvimento.



Com o engenheiro e piloto Diogo Araújo Matos ao volante o Adamastor Furia enfrentou o exigente traçado do AIA e fez no total cerca de três horas de pista. Estas sessões de testes foram intercaladas com a análise nas boxes dos dados reunidos pela telemetria, análise essa feita pelos 15 técnicos que fazem parte da equipa liderada pelo engenheiro Frederico Ribeiro. O objetivo não era apenas somar quilómetros no Furia, mas também ir aumentando a carga progressivamente de maneira a recolher informações preciosas para saber como se comportava este superdesportivo luso e até onde ele poderá ir.

No final deste dia de trabalho a reação foi muito positiva tanto da parte do piloto como do responsável pelo projeto e agora irão seguir-se mais sessões de testes que darão continuidade ao desenvolvimento do Furia. Equipado com um motor V6 biturbo da Ford Performance com 3,5 litros de cilindrada capaz de debitar 650 cv de potência, este Adamastor é capaz de uma velocidade máxima superior a 300 km/h e uma aceleração dos 0 aos 100 km/h de apenas 3,5 segundos, tirando também bom partido do seu peso reduzido que se fica pelos 1100 quilos e da sua aerodinâmica avançada. Serão construídas apenas 60 unidades e o preço de cada Adamastor Furia deverá rondar 1,6 milhões sem contar com os impostos.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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