Suzuki apresentou o seu primeiro modelo 100% elétrico, o e-Vitara – Motorguia
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Suzuki apresentou o seu primeiro modelo 100% elétrico, o e-Vitara

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A Suzuki mostrou ao mundo o seu primeiro modelo totalmente elétrico que irá ajudar a marca a dar passos importantes no mercado dos elétricos, trata-se do e-Vitara.



Desenvolvido com base na nova plataforma HEARTECT-e, este e-Vitara resulta do trabalho desenvolvido em torno do protótipo eVX que foi revelado há dois anos atrás, em 2023. As suas formas seguem a linha de design da marca apelidada de “High-Tech & Adventure” que é caracterizada pela combinação de uma imagem vanguardista de um modelo elétrico com a sensação de robustez de um SUV.

O Suzuki e-Vitara incorpora o sistema de motorização que a marca denomina como eAxle e que incorpora o motor elétrico, o inversor e as baterias. Estas podem ter uma capacidade de 49 kWh ou 61 kWh. Na versão 4×2 com a bateria de 49 kWh o e-Vitara terá uma potência de 144 cv ao passo que com a bateria de 61 kWh essa potência sobe para os 174 cv, nos dois casos o binário mantém-se igual, nos 181 Nm. Já a versão de tração integral 4×4 “ALLGRIP-e” a marca apostou na utilização de dois motores, um em cada eixo, que em conjunto debitam uma potência de 183 cv e um binário que de 300 Nm.

Na apresentação deste e-Vitara, o próprio Toshihiro Suzuki, presidente da Suzuki, referiu que este SUV “é o nosso primeiro modelo 100% elétrico, desenvolvido por tentativa e erro, para criar um automóvel elétrico fácil de utilizar pelos nossos clientes”

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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