Emblème, a ideia da Renault para uma aposta no hidrogénio – Motorguia
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Emblème, a ideia da Renault para uma aposta no hidrogénio

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A Renault revelou o Emblème, um concept que mostra o que poderá vir a ser o futuro dos modelos da marca gaulesa e que utiliza uma solução motriz elétrica alimentada por uma bateria e também por uma célula de combustível a hidrogénio.



Com a revelação ao público marcada para o Salão Automóvel de Paris que arranca na próxima semana, este Emblème nasce do trabalho entre a Renault e a divisão de veículos elétricos Ampere e nele podem ver-se algumas inspirações estilísticas para os futuros modelos da marca francesa.

Contudo é o seu sistema motriz que mostra o possível caminho que a Renault fará em direção à descarbonização total prevista para 2040 na Europa e para 2050 para o resto do mundo. Assim, este Emblème utiliza um motor elétrico com 217 cv de potência alimentado tanto por uma bateria com 40 kWh de capacidade, recarregável, como por uma célula de combustível de 30 kW a hidrogénio. Esta solução com dois tipos de alimentação do motor elétrico permite que em cidade e nas curtas distâncias seja a bateria a alimentar o motor, enquanto que nos percursos mais longos é a célula de combustível a hidrogénio que fica encarregue dessa tarefa.

O Emblème utiliza a mesma plataforma do Mégane e do Scénic elétricos, a AmpR Medium, e a marca assegura que numa viagem de 1000 quilómetros este modelo demorará sensivelmente o mesmo tempo que um modelo a combustão. Isto levando em linha de conta que o Emblème tem uma autonomia de 350 quilómetros apenas utilizando o hidrogénio, que o depósito do mesmo tem uma capacidade 2,8 quilos e que só demora cinco minutos a reabastecer. Sendo assim, deverão ser contabilizadas duas paragens aproximadamente numa viagem deste tipo.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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