Comerciais
Volvo Trucks vai lançar camião elétrico com mais de 600 km de autonomia
A Volvo está empenhada na transição energética no setor automóvel, tal como a sua divisão de veículos pesados. O fabricante sueco acaba de apresentar o seu novo camião elétrico de longo alcance baseado no atual FH Electric.

O mundo dos veículos pesados de mercadorias foi largamente poupado à eletrificação dos automóveis, apesar de, segundo vários estudos, os transportes serem responsáveis por cerca de 7% das emissões de gases com efeito de estufa na Europa. Tecnicamente, há que dizer que a margem de manobra das tecnologias elétricas atuais é reduzida, mesmo que modelos como o Tesla Semi consigam atingir números interessantes.
O facto é que existe um grande obstáculo: o preço. Em média, um camião elétrico é três vezes mais caro do que o seu equivalente de combustão interna. Por outras palavras, sem preços mais baixos para as baterias ou subsídios generosos, os camiões elétricos não serão comuns nas nossas estradas a médio prazo, para não falar da necessidade de uma rede de carregamento potente e eficiente, uma vez que os camiões não foram concebidos para utilizar as mesmas estações de carga dos automóveis.
A Volvo Trucks já oferece um FH Electric no seu catálogo, mas a sua utilização é, no mínimo, limitada, uma vez que apenas reivindica uma autonomia de 300 km com uma única carga com a grande bateria de 540 kWh, e ainda menos com a bateria de 360 kWh.

Apesar destes obstáculos, a Volvo Trucks vai lançar no próximo ano uma nova versão de longo alcance do seu FH Electric, que terá uma autonomia de até 600 km com uma única carga. Isto permitirá às empresas de transportes operar camiões elétricos em rotas inter-regionais e de longa distância, permitindo-lhes conduzir durante todo o dia sem terem de recarregar. O novo Volvo FH Electric estará disponível para venda no segundo semestre de 2025.
Para atingir os 600 km e integrar uma bateria enorme, a Volvo Trucks trabalhou num novo sistema de eixo elétrico que cria espaço a bordo para uma bateria muito maior. Os engenheiros têm trabalhado numa série de áreas, começando pela eficiência da bateria, um sistema de gestão da bateria melhorado e a eficiência global do sistema de propulsão.
Relembrando, a Volvo Trucks já oferece um FH Electric no seu catálogo, mas a sua utilização é, no mínimo, limitada, uma vez que apenas reivindica uma autonomia de 300 km com uma única carga com a grande bateria de 540 kWh, e ainda menos com a bateria de 360 kWh. Para o novo modelo com uma autonomia de 600 km, a Volvo ainda não anunciou a capacidade da bateria, mas há uma boa hipótese de esta se aproximar dos 900 kWh, ou mesmo mais.
Comerciais
Megacamiões vão crescer em peso e comprimento em Portugal
Os chamados gigaliners, também conhecidos como megacamiões, vão passar a circular em Portugal com dimensões significativamente superiores às atuais. O Governo decidiu rever o regime aplicável aos veículos euro-modulares, abrindo a porta à utilização de camiões mais compridos e mais pesados na rede rodoviária nacional, numa medida que aproxima a legislação portuguesa das regras já em vigor em Espanha.
A decisão está integrada no Plano Mobilidade 2.0, aprovado em Conselho de Ministros, e prevê a atualização dos limites máximos de comprimento e peso destes veículos. Com a revisão agora anunciada, os supercamiões poderão atingir até 32 metros de comprimento, um aumento de quase sete metros face ao limite atual, bem como um peso máximo de 72 toneladas, quando atualmente estão limitados a 60 toneladas.
Os gigaliners, que já são utilizados por várias empresas a operar em Portugal — desde o setor florestal até à indústria automóvel — têm hoje um comprimento máximo de 25,25 metros. A alteração permitirá aumentar a capacidade de transporte por viagem, reforçando a eficiência logística em diferentes setores da economia.
A revisão do regime contempla ainda a possibilidade de estes veículos efetuarem o transporte de matérias perigosas, como combustíveis, embora apenas em percursos previamente definidos. Um dos exemplos referidos pelo Governo é o abastecimento do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, atualmente dependente do transporte rodoviário de combustível devido à inexistência de um pipeline dedicado.
Segundo o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, o aeroporto é atualmente abastecido por cerca de 44 mil viagens anuais de camiões de combustível. Com a utilização de veículos de maior capacidade, esse número poderá ser reduzido para cerca de metade, aliviando a pressão sobre a infraestrutura, que continuará em funcionamento durante a próxima década.
O Executivo sublinha que esta medida tem como objetivo gerar ganhos de eficiência económica e ambiental, ao permitir transportar maiores volumes com menos viagens. A redução do número de deslocações contribui não só para a diminuição dos custos operacionais das empresas, mas também para a redução das emissões poluentes associadas ao consumo de combustível.
Outro dos argumentos apresentados pelo Governo prende-se com a necessidade de harmonizar a legislação portuguesa com a espanhola, eliminando limitações à circulação de gigaliners entre os dois países. Até agora, as diferenças regulamentares colocavam entraves à operação dos supercamiões espanhóis em Portugal e criavam desvantagens para os operadores nacionais em território espanhol.
Comerciais
Scania lança campanha com condições especiais em peças essenciais
A Scania anunciou a sua primeira campanha de serviços de 2026, centrada em componentes-chave para a operacionalidade e segurança de camiões e autocarros. A iniciativa abrange alternadores, motores de arranque e injetores, com condições comerciais especiais que incluem preços fechados e mão de obra incluída.
Sob o novo slogan “Original como no primeiro dia. Peças de reposição Scania a preços convincentes”, a marca reforça o seu posicionamento na qualidade e fiabilidade das peças originais, aliando desempenho técnico a uma proposta competitiva para os clientes profissionais.
A campanha decorre até 31 de março de 2026 e está disponível em toda a rede de oficinas Scania Ibérica. Para os alternadores e motores de arranque, a Scania oferece preços fixos com mão de obra incluída, garantindo maior transparência nos custos de manutenção. Já os injetores beneficiam de descontos exclusivos, tanto nas substituições realizadas em oficina como na aquisição de dispositivos anti-roubo de combustível.
Segundo a marca, os alternadores e motores de arranque Scania distinguem-se pelo elevado desempenho elétrico, tecnologia avançada e adaptação específica aos motores da marca, assegurando uma melhor proteção da bateria e dos sistemas eletrónicos, menor risco de avarias e uma eficiência energética superior. Os injetores originais garantem uma injeção de combustível precisa, maior durabilidade e proteção do motor contra danos e consumos excessivos.
Estas características contribuem para a redução dos custos operacionais e para a minimização de paragens imprevistas, fatores determinantes para a rentabilidade das frotas.
Esta campanha insere-se no novo conceito estratégico da marca para a área de serviços em 2026. O claim “Original como no primeiro dia. Peças de reposição Scania a preços convincentes” será o fio condutor das várias ações ao longo do ano, reforçando a aposta da Scania na excelência técnica, proximidade com o cliente e competitividade de preços.
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