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Suzuki Vitara renovado já tem preços
A Suzuki fez um ligeiro rejuvenescimento do seu bem conhecido Vitara que apresenta agora uma frente redesenhada e mais argumentos em termos de equipamento.
Um novo pára-choques, nova grelha e novas óticas Full LED são as principais diferenças em termos de design na frente que distinguem este Vitara que conta também com um novo spoiler na traseira. Já no interior ele está mais recheado de equipamento. Agora o ecrã na consola central que gere o sistema de infoentretenimento é de 9 polegadas, inclui câmara de visão traseira e através da aplicação móvel Suzuki Connect é possível gerir um conjunto de funções deste SUV através do smartphone.
Em termos de sistemas de segurança este Vitara também está melhor e conta com sistema de alerta de mudança de faixa e de alerta de fadiga, sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, controlo de velocidade adaptativo e sistema de travagem autónoma de emergência.
As opções de motorização são duas: uma solução Mild Hybrid com um motor a gasolina 1.4 turbo com 129 cv de potência ao qual se junta um gerador elétrico de 48V que lhe acrescenta mais 14 cv, e a solução Strong Hybrid com um motor a gasolina de 1.5 litros atmosférico com 102 cv ao qual se associa um motor elétrico com mais 33,4 cv de potência alimentado por uma bateria de iões de lítio de 140V. Esta versão Strong Hybrid apenas chegará ao mercado nacional mais tarde, sendo que para já a gama será composta apenas pela Mild Hybrid em versões de tração dianteira ou integral e em três níveis de equipamento, a saber, S1, S2 e S3. Os seus preços já foram revelados e a oferta do Vitara fica assim alinhada:
Suzuki Vitara 4×2 Mild Hybrid S1 – 26.914€
Suzuki Vitara 4×2 Mild Hybrid S2 – 27.727€
Suzuki Vitara 4×2 Mild Hybrid S3 – 30.013€
Suzuki Vitara 4×4 Mild Hybrid S2 – 29.550€
Suzuki Vitara 4×4 Mild Hybrid S3 – 31.831€
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Volkswagen vai repensar ligação ao futebol
Atravessando uma forte crise que poderá levar a milhares de despedimentos pela Europa, o Grupo Volkswagen está a reestruturar-se e um dos passos dessa mudança pode ser o fim da ligação de algumas marcas do grupo com alguns clubes de futebol.
Todas as ligações que as marcas do Grupo Volkswagen têm com os clubes de futebol alemães vão ser analisadas e irá ser ponderada a sua manutenção ou não, em função do retorno que cada uma delas vale para os resultados e imagem do grupo.
Colocada de lado estará o Wolfsburgo, clube detido pela própria Volkswagen e que assim deverá continuar, contudo o patrocínio da Porsche ao Estugarda e da Audi ao Bayern Munique irão ser avaliados. A ligação destes dois clubes às respetivas marcas é histórica e além disso, há participação das mesmas nas ações destes dois clubes. A Porsche detém 10,4% do Estugarda e a Audi 8,3% do Bayern Munique. Já a participação de 20% da Volkswagen no FC Ingolstadt deverá manter-se e não ser alterada tal como a situação do Wolfsburgo.
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Mclaren recupera o seu primeiro modelo de estrada
O McLaren M6GT de 1969 foi o primeiro modelo de estrada desenhado por Bruce McLaren mas não passou de um protótipo. Contudo, foi ele que de certa forma definiu a base de inspiração para os futuros modelos de produção e agora a McLaren construiu de novo este M6GT com base nos desenhos e moldes do original.
Será no próximo Festival of Speed em Goodwood que o público poderá ver ao vivo e a cores este McLaren M6GT construido pela McLaren Special Operations. O modelo original foi feito por Bruce McLaren como primeiro passo em direção à criação de uma gama de modelos de produção, algo que só muitos anos depois viria a ser concretizado já com o McLaren F1.
Em 1969 nasceu o M6GT, um desportivo de linhas fluídas aerodinâmicas e elegantes baseado no chassis do McLaren M6A Can-Am, de competição. Contava com um motor V8 small block da Chevrolet com 5.7 litros de cilindrada e cerca de 370 cv de potência. Só seria construído o protótipo por Bruce McLaren, mas este passaria a ser o carro com que o britânico se deslocava para reuniões ou para os circuitos.
Numa espécie de tributo às origens da ideia da McLaren passar das pistas também para a estrada, a divisão McLaren Special Operations pegou num chassis original de um M6A, tal como Bruce McLaren também havia feito, no mesmo motor V8 e utilizando os desenhos e os próprios moldes criados na altura para o M6GT jogou mãos à obra e deu de novo vida a este desportivo. Depois do modelo original ter sido abandonado pela McLaren em 1970, após a morte trágica de Bruce McLaren num acidente quando testava o M8D precisamente na pista de Goodwood, o construtor britânico recupera agora o M6GT preservando um legado icónico da McLaren.









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