Hyundai revela o Inster, o seu elétrico mais acessível – Motorguia
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Hyundai revela o Inster, o seu elétrico mais acessível

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Tendo como base o seu SUV compacto Casper que já comercializa no mercado sul-coreano, a Hyundai decidiu criar uma versão 100% elétrica deste modelo, o Inster, que será vendido noutros mercados, entre os quais o europeu.



Segundo o construtor coreano o Inster será o seu modelo totalmente elétrico mais acessível e apesar de ainda ser cedo para falar de preços concretos, estima-se que a Hyundai irá tentar colocar o Inster no mercado em torno da fasquia dos 20 mil euros.

O que já se sabe é que este pequeno SUV conta com um motor elétrico capaz de debitar 97 cv de potência e 147 Nm de binário e é alimentado por uma bateria de 42 kWh que lhe dará 300 quilómetros de autonomia. Haverá ainda uma versão Long Range em que este mesmo sistema terá 115 cv de potência e uma autonomia que ascenderá aos 355 quilómetros graças a uma bateria com maior capacidade (49 kWh).

Este Inster tem 3,82 metros de comprimento, 1,57 de altura e 1,61 de largura e esteticamente conta com alguns elementos que lhe dão um ar aventureiro apesar das suas pequenas dimensões. Não faltam umas barras no tejadilho e umas cavas das rodas pronunciadas que lhe dão uma imagem de robustez. No interior conta com dois ecrãs de 10,25″ em que um assume a função de painel de instrumentos ao passo que o outro é dedicado ao infoentretenimento.

Este Inster deverá começar a ser comercializado na Coreia do Sul no próximo verão, mas a data prevista para a sua chegada à Europa ainda não foi divulgada.

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O Google Maps dos romanos

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O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.


O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.

Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.

No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.

É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.

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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo

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O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.


Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.

Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.

A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.

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