DAF apresenta uma nova série especial Efficiency Champions – Motorguia
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DAF apresenta uma nova série especial Efficiency Champions

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Na sequência dos prestigiados títulos de Camião Internacional do Ano 2022 e 2023 para os novos XD, XF, XG e XG+, a DAF recebeu vários outros prémios importantes como reconhecimento da eficiência dos camiões da nova geração DAF, líder da indústria. Uma excelente razão para o lançamento da nova série Efficiency Champions da DAF.



Para celebrar esta impressionante lista de conquistas, a DAF está a lançar uma série Efficiency Champion da nova geração XD, XF, XG e XG+. Os camiões estarão disponíveis com os motores PACCAR MX-11 e MX-13 e com diferentes variantes de cabina.
Cada Efficiency Champion estará equipado de série com uma gama completa de caraterísticas de eficiência de combustível, incluindo o DAF Digital Vision System (câmaras em vez de espelhos) e um pacote aerodinâmico completo com spoilers, abas, guarda-lamas e uma base especial com condução de ar concebida para uma eficiência ideal.

A Efficiency Champion também dispõe de pneus com baixa resistência ao rolamento, Predictive Cruise Control de série e o potente travão do motor PACCAR MX.
Juntamente com o peso extremamente reduzido e os sistemas avançados de bordo, como o Adaptive Cruise Control, a Efficiency Champion estabelece um novo padrão em termos de eficiência de transporte.
A eficiência é ainda mais otimizada através de uma nova geração de software do motor, que está também disponível como uma atualização para todos os veículos já entregues da nova geração DAF.

O novo software garante não só um funcionamento silencioso e equilibrado do motor, como também está preparado para ser utilizado em quaisquer futuras adições à plataforma de gestão de frotas online da DAF, com o objetivo de facilitar a manutenção preventiva. Isto irá permitir que o camião esteja constantemente ligado à respetiva base e ao concessionário, para que possa recomendar uma manutenção preventiva (quando necessário) ou proativa, de forma a garantir a máxima disponibilidade do veículo.

Os DAF XD, XF, XG e XG+ da série Efficiency Champions estão também totalmente equipados para funcionar com óleo vegetal tratado com hidrogénio (HVO). Esta última geração de biocombustíveis pode atingir reduções de até 90% em emissões de CO2 e contribui significativamente para a baixa pegada dos veículos da nova geração DAF.

Os clientes que encomendarem um XD, XF, XG ou XG+ da série Efficiency Champion da nova geração DAF recebem o camião em 2024. Isto significa automaticamente que os sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) destinados a ajudar o condutor serão disponibilizados de série, incluindo as versões mais recentes do Advanced Emergency Braking System, Drive-off Assist, DAF Side & Turn Assist, Speed Limit Recognition e Lane Departure Warning System.

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França moderniza exército com camiões Zetros by Arquus

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A França adjudicou à Arquus e à Daimler Truck o contrato PL6T para o fornecimento de 7.000 camiões militares Zetros, dando um passo decisivo na modernização da sua frota logística para operações de alta intensidade.

O ambicioso programa, atribuído pelo Ministério das Forças Armadas francês, prevê a produção e entrega, ao longo dos próximos 10 anos, de camiões militares de nova geração destinados ao Exército Francês, no âmbito do reforço das capacidades logísticas e operacionais face a cenários de elevada exigência tática.

O modelo selecionado é o novo Zetros by Arquus, apresentado em outubro de 2025 no Forum Entreprises Défense, em Versailles-Satory. Esta solução resulta da combinação da plataforma Zetros da Mercedes-Benz, desenvolvida pela Daimler Truck, com a integração, militarização e suporte em serviço assegurados pela Arquus.

O veículo assenta num chassis 6×6 com a cabina posicionada atrás do eixo dianteiro, adaptado aos padrões do Exército Francês, e é equipado com o motor Mercedes-Benz OM 460 Euro 3, reconhecido pela sua fiabilidade mesmo com combustíveis de baixa qualidade.

Conta ainda com transmissão automática com conversor de binário, uma altura otimizada para mobilidade tática em ambientes como florestas, túneis ou zonas urbanas, e uma capacidade de carga útil de seis toneladas, permitindo múltiplas configurações. O design do camião favorece igualmente a integração de cabinas protegidas, graças a uma distribuição equilibrada do peso entre eixos.


O contrato contempla uma frota versátil, com diferentes variantes destinadas a responder a várias missões logísticas e operacionais, incluindo camiões de transporte de carga e de tropas, unidades equipadas com grua, guinchos ou carroçarias específicas, bem como veículos-abrigo e configurações personalizadas consoante a missão. Todo o conjunto beneficiará de um suporte completo ao longo do ciclo de vida, liderado pela Arquus, com o apoio técnico e de fornecimento de peças assegurado pela Daimler Truck.

A nível industrial, o programa representa um compromisso franco-alemão significativo. A produção dos veículos base será repartida entre as unidades da Daimler Truck em Wörth am Rhein, na Alemanha, e Molsheim, em França, enquanto a militarização, a integração de sistemas e as operações de manutenção ficarão a cargo das instalações da Arquus em Limoges, Garchizy e Saint-Nazaire.

Esta organização contribuirá para a criação de emprego e para a preservação do know-how industrial francês. Em paralelo, a Daimler Truck França disponibilizará a sua rede de mais de 150 pontos de venda e assistência no país, garantindo um suporte local sólido e sustentável a longo prazo.

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Megacamiões vão crescer em peso e comprimento em Portugal

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Os chamados gigaliners, também conhecidos como megacamiões, vão passar a circular em Portugal com dimensões significativamente superiores às atuais. O Governo decidiu rever o regime aplicável aos veículos euro-modulares, abrindo a porta à utilização de camiões mais compridos e mais pesados na rede rodoviária nacional, numa medida que aproxima a legislação portuguesa das regras já em vigor em Espanha.

A decisão está integrada no Plano Mobilidade 2.0, aprovado em Conselho de Ministros, e prevê a atualização dos limites máximos de comprimento e peso destes veículos. Com a revisão agora anunciada, os supercamiões poderão atingir até 32 metros de comprimento, um aumento de quase sete metros face ao limite atual, bem como um peso máximo de 72 toneladas, quando atualmente estão limitados a 60 toneladas.

Os gigaliners, que já são utilizados por várias empresas a operar em Portugal — desde o setor florestal até à indústria automóvel — têm hoje um comprimento máximo de 25,25 metros. A alteração permitirá aumentar a capacidade de transporte por viagem, reforçando a eficiência logística em diferentes setores da economia.

A revisão do regime contempla ainda a possibilidade de estes veículos efetuarem o transporte de matérias perigosas, como combustíveis, embora apenas em percursos previamente definidos. Um dos exemplos referidos pelo Governo é o abastecimento do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, atualmente dependente do transporte rodoviário de combustível devido à inexistência de um pipeline dedicado.

Segundo o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, o aeroporto é atualmente abastecido por cerca de 44 mil viagens anuais de camiões de combustível. Com a utilização de veículos de maior capacidade, esse número poderá ser reduzido para cerca de metade, aliviando a pressão sobre a infraestrutura, que continuará em funcionamento durante a próxima década.

O Executivo sublinha que esta medida tem como objetivo gerar ganhos de eficiência económica e ambiental, ao permitir transportar maiores volumes com menos viagens. A redução do número de deslocações contribui não só para a diminuição dos custos operacionais das empresas, mas também para a redução das emissões poluentes associadas ao consumo de combustível.

Outro dos argumentos apresentados pelo Governo prende-se com a necessidade de harmonizar a legislação portuguesa com a espanhola, eliminando limitações à circulação de gigaliners entre os dois países. Até agora, as diferenças regulamentares colocavam entraves à operação dos supercamiões espanhóis em Portugal e criavam desvantagens para os operadores nacionais em território espanhol.

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