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Mercedes apresentou o seu roadster mais potente de sempre
Trata-se do Mercedes-AMG SL 63 S E Performance, um roadster capaz de debitar 816 cv de potência graças à combinação de um motor V8 biturbo de 4.0 litros de cilindrada com 612 cv e um motor elétrico com 204 cv.
Esta solução híbrida Plug-in conta com o motor elétrico instalado no eixo traseiro e conta com uma bateria de 6,1 Kwh que alimenta um sistema de 400V capaz de uma autonomia exclusivamente em modo elétrico de 13 quilómetros.
Com um binário combinado de 1.420 Nm de binário este roadster tem uma velocidade máxima de 317 km/h e consegue acelerar dos 0 aos 100 km/h em 2,9 segundos. Para parar os 816 cv de potência o SL63 S E Performance conta com discos carbocerâmicos de 429mm na frente e 380 mm atrás num sistema que inclui travagem regenerativa.
A suspensão conta com o sistema AMG Active Ride Control com as quatro rodas direcionais. Com tração integral 4Matic+ este Mercedes-AMG gere a entrega de potência entre o eixo dianteiro e o traseiro em função das circunstâncias e do modo de condução selecionado.
Os modos de condução são oito, a saber: Bateria Hold, Conforto, Suavidade, Elétrico, Sport, Sport+, Race e Individual. Mesmo assim é possível ao condutor ajustar o amortecimento, o acelerador, a direção e até o som produzido pelo sistema de escape.
Para já ainda não há informação da marca alemã sobre quando chegará ao nosso mercado nem quais os seus valores.


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BMW já mostrou o novo X5
A quinta geração do BMW X5 está repleta de tecnologia, segue a nova linguagem estética da marca bávara e dentro da oferta de motorizações terá pela primeira vez uma versão totalmente elétrica e uma versão a hidrogénio.
A BMW acaba de revelar ao mundo o seu novo X5, um nome que marcou a entrada da marca no universo SUV em 1999 com o E53 e que desde então tem mantido um percurso de sucesso chegando agora à sua quinta geração.
Este X5 surge com umas linhas definidas pela nova abordagem estética Neue Klasse já vista no iX3 e também no futuro i3, nota-se bem que se trata de um modelo de grandes dimensões, basta comparar as suas linhas com as do iX3 e de imediato vemos maiores superfícies laterais, uma linha de cintura mais alta e um ar mais largo e robusto. O interior também é totalmente novo e oferece um ambiente altamente tecnológico onde se destaca a projeção de informação diretamente numa faixa inferior do para-brisas.
Outra das grandes novidades está na oferta de motorizações. Esta nova geração do X5 oferece cinco tipos de soluções que passam pelas “tradicionais” versões a gasolina, gasóleo e híbrida Plug-in, mas terá pela primeira vez uma opção totalmente elétrica, o iX5 e no futuro estará disponível também uma versão a hidrogénio desenvolvida em conjunto com a Toyota. Focando-nos na proposta elétrica iX5, esta surge com uma bateria de 141 kWh de capacidade e dois motores elétrico que em conjunto lhe dão uma potência combinada de 578 cv e um binário de 805 Nm. Esta versão iX5 60 xDrive tem uma autonomia de 845 quilómetros e em termos de prestações a sua aceleração dos 0 aos 100 km/h é de 4,6 segundos e a sua velocidade máxima está nos 210 km/h.
A produção do novo X5 começa já no próximo mês de agosto nos Estados Unidos, na unidade de Spartanburg e as versões a gasolina e a gasóleo deverão começar a ser comercializadas ainda este ano. Já os modelos híbridos Plug-in e totalmente elétricos só deverão chegar aos mercados no início de 2027. Nesse mesmo ano, mas mais para o final do mesmo está prevista a versão a hidrogénio.





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Chineses adoraram o Ferrari Luce
A Ferrari apresentou oficialmente o Luce na China e as 88 unidades destinadas ao mercado chinês esgotaram de imediato mostrando que os chineses adoraram este Ferrari elétrico que tanta discussão tem gerado.
Depois de ter sido revelado, o primeiro Ferrari 100% elétrico não foi nada consensual junto da opinião pública e muita discussão foi gerada em torno do Luce, em muitos casos pouco abonatória para a casa de Maranello. Contudo, além de ter boa procura por parte dos colecionadores, o que é compreensível e natural, o Luce foi muito bem recebido na China o que anima um pouco as expetativas.
Depois de ter sido apresentado, as 88 unidades numeradas esgotaram num ápice, sendo que cada modelo custa cerca de 515.000 euros (menos do que na Europa), o que é significativo, especialmente quando o mercado chinês de superdesportivos elétricos está cada vez mais difícil fruto das boas propostas das próprias marcas chinesas.
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