Peugeot já revelou o novo e-3008 – Motorguia
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Peugeot já revelou o novo e-3008

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A Peugeot já mostrou como será o seu novo e-3008, a versão 100% elétrica do seu SUV compacto.



Esta nova aposta da marca gaulesa deverá chegar ao mercado no próximo ano e surge com uma silhueta totalmente redesenhada, com umas linhas mais curvas, especialmente no tejadilho, puxando mais para uma estética de coupé do que de SUV.

A nova grelha marca a frente e destaca-se o desenho das óticas que incluem um prolongamento luminoso diagonal até à grelha. Aliás, linhas diagonais não faltam neste e-3008 pois também a traseira tem dois vincos marcados com duas diagonais que vão deste o para-choques até ao óculo traseiro e que também marcam o limite interior dos conjuntos óticos.

No interior o ambiente é moderno e as linhas fluídas, destacando-se o grande ecrã digital de 21 polegadas com o painel de instrumentos e a consola central muito elevada, quase dando a sensação que o condutor vai no cockpit de um avião.

Este e-3008 estreia a nova plataforma da Stellantis para modelos totalmente elétricos, a STLA Medium e terá três versões em termos de motorização. A gama começará com uma proposta com um motor elétrico e bateria de 73 kWh capaz de debitar 210 cv de potência, com uma autonomia que pode ir até aos 525 quilómetros. Depois surge uma versão com um motor com 231 cv e uma bateria de 98 kWh que lhe dá uma autonomia de até 700 quilómetros e por fim a proposta mais potente com dois motores que em conjunto debitam 326 cv e uma bateria de 73 kWh sendo que neste caso a autonomia pode ir até aos 525 quilómetros.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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