Nissan vai passar a ser importada pela Salvador Caetano – Motorguia
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Nissan vai passar a ser importada pela Salvador Caetano

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A Salvador Caetano vai passar a ser o importador oficial da Nissan para o mercado nacional. Estima-se que a partir de novembro deste ano a conhecida empresa nacional do setor automóvel passará a ser a responsável pela venda de modelos novos, pelo serviço e pelas peças da Nissan em Portugal.



Ainda sujeito a aprovação pela Comissão da Concorrência, este acordo determina que todos os funcionários atuais da Nissan irão passar para a estrutura da Salvador Caetano.

De acordo com o diretor executivo dos Mercados Independentes e vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da região Nissan AMIEO (África, Médio Oriente, Índia, Europa e Oceânia), Sinan Ozkok, “Os mercados europeus estão a evoluir rapidamente e estamos focados em garantir que temos os recursos certos para satisfazer estas necessidades em mudança e as expectativas dos clientes. Esta decisão segue-se a uma extensa análise das nossas operações em Portugal e baseia-se no roteiro da Nissan para o crescimento sustentável, que implica a racionalização do nosso negócio, bem como a priorização e foco, para transformar a organização numa empresa mais simples e ágil”.

Já o administrador executivo da Salvador Caetano Auto, Sérgio Ribeiro, refere que «este acordo estabelece um marco de grande importância para ambas as empresas. Depois de uma parceria duradoura nas atividades de retalho em Portugal, estamos agora a evoluir o nosso papel para nos tornarmos distribuidor da Nissan para o mercado português. Além disso, esta parceria permitir-nos-á apoiar a Nissan na implementação de uma estratégia mais ágil, com um maior foco no mercado nacional e, acima de tudo, na satisfação das necessidades dos nossos clientes».

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Os preços do novo XPENG P7+

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A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.


Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.

O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.

Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:

XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€

XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€

XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€

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Condução autónoma vai ser testada em Portugal

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Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.


Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.

Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.

Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.

Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.

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