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Motor híbrido Scania estreia-se em carro de bombeiros do aeroporto

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A solução híbrida da Scania desenvolvida para fins industriais e marítimos é perfeita para carros de bombeiros de aeroportos (ARFF).



 

Em conjunto com o fabricante de chassis Titan Spezialfahrzeugbau GmbH, a Albert Ziegler GmbH pode agora fornecer soluções que permitem uma condução sem emissões nos aeroportos e respetivas imediações. A associação de energia diesel-elétrica reduz o tempo de resposta a acidentes no local, excedendo os requisitos rigorosos da indústria aeronáutica e reduzindo as emissões.
Os requisitos dos corpos de bombeiros e dos aeroportos de todo o mundo têm não só de ter uma resposta rápida e acelerada em caso de emergência, como também estão a mudar em conformidade com os princípios de sustentabilidade. Isto inclui a descarbonização e a redução de emissões de veículos e outros equipamentos de apoio no terreno e tem suscitado alternativas ambientalmente conscientes. Isto constitui um apelo para o fabricante de chassis Titan, com sede na Alemanha, o primeiro cliente da Scania para esta configuração híbrida de carros de bombeiros de aeroportos. A Titan vai utilizá-la na sua nova série de chassis T-39 6×6-H ARFF.

A solução híbrida

A solução da Scania permite que o veículo funcione praticamente em todos os tipos de operações diárias sem emissões de eletricidade. Isto não só diminui as emissões, como também melhora a vida das pessoas que trabalham na área. O próprio motor de combustão é aprovado para o HVO (óleo vegetal hidrotratado), algo que reduz as emissões ao mínimo.
A solução híbrida da Scania vai também melhorar diversas características do produto do veículo. Numa situação de emergência, trata-se de chegar ao incidente o mais rápido e com a maior segurança possível. Esta solução resultou que o tempo de aceleração atingisse um novo nível para este tipo de veículo. O camião híbrido tem 770 CV de um motor de combustão V8 de 16 litros Scania em associação a um motor elétrico de 380 CV. Isto confere ao híbrido um total máximo de 1.150 CV.

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IVECO apresenta serviço para recuperar veículos roubados

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A IVECO apresentou o Stolen Vehicle Assistance, um serviço inovador desenvolvido para recuperar veículos comerciais roubados no menor tempo possível. Integrada no ecossistema digital IVECO ON, esta solução liga-se diretamente a um centro de segurança disponível 24 horas por dia, reforçando a proteção das frotas.

Num contexto em que o roubo de veículos comerciais tem vindo a aumentar — com um risco significativamente superior ao dos automóveis ligeiros —, a marca aposta numa abordagem preventiva e tecnológica. Para empresas e profissionais, a perda de um veículo como a IVECO Daily representa não só um problema de segurança, mas também interrupções operacionais e custos inesperados.


O novo sistema utiliza inteligência artificial para detetar comportamentos suspeitos e recorre a tecnologia de geofencing, que permite definir perímetros de segurança virtuais. Sempre que é identificado um risco, o sistema ativa automaticamente um protocolo de resposta, coordenado por um centro de segurança em parceria com a Targa Telematics, em articulação com as autoridades europeias.

Segundo a marca, este modelo permite alcançar taxas de recuperação que podem chegar aos 90%, reduzindo significativamente os tempos de inatividade e o impacto financeiro associado ao roubo. Os utilizadores mantêm ainda controlo total através da plataforma digital ou aplicação móvel dedicada.

Espanha é o primeiro mercado a receber esta tecnologia, estando prevista a sua expansão gradual para outros países europeus. Com esta solução, a IVECO reforça a aposta em serviços digitais avançados, combinando conectividade e segurança para apoiar a continuidade das operações no setor do transporte profissional

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Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano

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A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.

Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.

A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.

O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.

Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.

Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.

O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.

Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.

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