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Novos radares de velocidade média já em testes
Há décadas que os radares são uma presença habitual nas nossas estradas, mas até agora todos mediam apenas a velocidade instantânea num determinado ponto da via. Agora estão para chegar os radares de velocidade média que medem a velocidade entre dois pontos diferentes da via, estabelecendo assim um valor médio.
No fundo este tipo de sistemas é semelhante ao que já está a ser testado há algum tempo na Ponte Vasco da Gama, mas agora a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) está a testar mais 14 destes radares de velocidade média e tem mais 6 a caminho.
Nos troços onde estarão estes novos radares haverá um novo sinal a alertar a presença dos radares de velocidade média, sinal esse denominado como H42.
Segundo a ANSR a localização definitiva destes novos radares será divulgada atempadamente, mas para já os testes estão a decorrer nas seguintes estradas:
- Porto na A3
- Aveiro na A41
- Coimbra na A1 e EN109
- Castelo Branco no IC8
- Santarém na A1
- Lisboa na A9, EN10, EN6-7 e IC19
- Évora na A6 e IP2
- Setúbal na EN10, EN378, EN4, EN5 e IC1
- Beja na EN206 e IC1
- Faro na EN398
Notícias
Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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