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“A Besta” vai a leilão
No mundo do culto pelos automóveis há um “monstro” que no final dos anos setenta fez furor. Apelidado “The Beast”, ou “A Besta”, este carro foi desenvolvido em torno de um motor Merlin V12 com 27 litros de cilindrada oriundo de um caça britânico Spitfire.
Conquistou o título no Livro de Recordes do Guinness de carro mais potente do mundo em 1977 e foi a criação do engenheiro John Dodd que continuou e terminou o trabalho começado pelo seu amigo Paul Jameson em 1966.
A história deste carro é repleta de peripécias, uma delas foi o processo em tribunal contra John Dodd por ter sido utilizada inicialmente uma grelha de um Rolls Royce. A marca britânica não gostou e no final a grelha foi mudada para a atual.
Com o falecimento de John Dodd em dezembro do ano passado, a família decidiu leiloar o monstruoso carro para que outro proprietário lhe dê o carinho e uso que Dodd dava. O leilão arrancará esta semana e pode ser acompanhado aqui.



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BYD já é líder mundial de vendas de elétricos
O construtor chinês bateu a Tesla na venda de veículos elétricos a nível mundial. A luta entre estas duas marcas já estava a aquecer há alguns anos e em 2025 o volume de vendas da BYD superou o da Tesla o que colocou a marca chinesa na liderança mundial.
A BYD conquistou o estatuto de maior marca mundial de automóveis elétricos ao conseguir vender 2,26 milhões de veículos no ano de 2025 ao passo que a Tesla totalizou 1,64 milhões de unidades vendidas, número que até foi inferior ao de 2024 ano em que havia vendido 1,79 milhões. A dinâmica da marca norte-americana no mercado tem vindo a perder fulgor e as aventuras políticas do seu CEO, Elon Musk, não ajudaram nada à imagem e consequentemente às vendas dos carros da Tesla. Além disso, a BYD está no mercado com uma gama mais alargada e diversificada de modelos o que lhe permite ter mais trunfos para continuar o seu crescimento a nível mundial.
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O interior do novo ID.Polo tem botões físicos e um estilo retro
A Volkswagen revelou imagens do interior do novo ID.Polo e percebe-se que não alinhou na “ditadura” dos ecrãs digitais em exclusivo e surge com botões físicos que facilitam a utilização dos vários sistemas.
O regresso de botões físicos ao habitáculo parece que inspirou os designers da Volkswagen nessa espécie de “regresso ao passado” e eles foram mais longe incorporando alguns elementos retro no interior deste modelo elétrico. Aquele que mais se destaca é o painel de instrumentos.
À frente de um volante de estilo moderno encontramos uns mostradores inspirados no primeiro Golf e no topo da consola central temos um painel com ecrã digital, também ele com outras referências ao passado como a imagem de um leitor de cassetes. Voltando aos botões, este ID.Polo conta com uma fileira de comandos físicos para a climatização numa posição “tradicional”, a baixo do ecrã digital central e também o volante conta com botões físicos de fácil utilização.
O ID.Polo aposta em materiais reciclados e alguns painéis do interior são forrados em tecido, melhorando o ambiente a bordo, aumentando a sensação de conforto. A habitabilidade é generoso e a bagageira tem 435 litros de capacidade o que faz ela uma das melhores opções do segmento. Este novo ID.Polo tem a sua apresentação agendada para o segundo trimestre do ano.
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