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MAN SimplePay confia na LOGPAY para pagamentos sem dinheiro

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A MAN começou recentemente a cooperar com a LOGPAY, a especialista em serviços de pagamento digital, que já torna possível o pagamento sem dinheiro com o cartão MAN nas estações de serviço e oficinas MAN em toda a Europa.



Assim, com o sistema de pagamento digital MAN SimplePay, os camiões da MAN Truck & Bus poderão pagar o seu próprio combustível na estação de serviço já a partir de 2023. E no futuro, a carrinha MAN TGE tornar-se-á também uma carteira digital para reabastecimento, portagens e outras transacções de pagamento relacionadas com a utilização do veículo.
Com o serviço digital apresentado no IAA Transportation 2022, o camião paga automaticamente na estação de serviço depois de abastecer, o motorista já não tem de fazer fila na caixa e o gestor da frota recebe as faturas de combustível digitalizadas em tempo real.
Mesmo as portagens, apesar de muitos sistemas de faturação diferentes na Europa, tornam-se agora um serviço simples, processado digitalmente diretamente através do veículo com o MAN SimplePay, independentemente da rota de transporte.

Tecnicamente, MAN SimplePay utiliza as interfaces para MOBILE FUELING e serviços de pagamento digital já estabelecidos no mercado pela LOGPAY numa nuvem partilhada e torna as aplicações disponíveis para o condutor através do próprio sistema de infotainment do veículo. A ligação à nuvem é realizada pela RIO Box instalada em todos os veículos MAN. Para o processo de pagamento efetivo no reabastecimento, o camião e a carrinha utilizam cartões virtuais de combustível fornecidos pela LOGPAY, enquanto o processamento das portagens é efetuado através do hardware já utilizado no veículo para este fim.
O MAN SimplePay já concluiu acordos para uma primeira operação piloto de pagamento digital do veículo na estação de serviço com a empresa de óleo mineral BP, no âmbito da IAA Transportation 2022. As primeiras frotas de camiões em Inglaterra poderão em breve utilizar o novo serviço nas estações de serviço da BP. A operação piloto deverá ser alargada à Alemanha no início de 2023. A carteira de serviços do MAN SimplePay estará totalmente disponível a partir do Outono de 2023.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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